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- Música Das Sombras - adaptação do livro homônimo. (Fic concluída)

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Vem comigo, amor - Capítulo 04

4. AMANTES, AMENTES (Parte I)

*POV EDWARD*
A noite estava muito agradável em NY, nem quente demais, nem fria. Pus uma calça jeans escura, uma camisa cinza grafite e dobrei as mangas até a altura dos cotovelos (pra dar um visual mais despojado) e calcei sapatos pretos. Tentei dar um jeito na eterna bagunça bronze de meus cabelos e marchei para a cozinha pra fazer um lanche. Cheguei na casa de Bella as nove, em ponto, e disquei o número de seu celular, ela atendeu no primeiro toque, e pedi que ela acionasse o sistema do portão eletrônico e destrancasse a porta da sala.
Entrei e fiquei ainda uns dois minutinhos esperando por ela ali na sala de estar dos Swan.
- Ed!!! – minha Bella falou com satisfação o meu nome.
Quando me virei, quase me engasguei, ela tava no topo da escada, linda, maravilhosa ... Gostosa. Meus olhos vagaram pelo seu corpo, de cima a baixo, várias vezes. Ela usava um vestido azul escuro que fazia um perfeito contraste com a sua pele marfim, sandálias prata altíssimas, cheias de pedrinhas (não sei como uma mulher consegue andar com aquilo) e uma bolsa da mesma cor. Seus cabelos estavam meio presos, meio soltos e com alguns cachos ainda mais soltos, caindo sobre seu pescoço. A visão de seus ombros e colo totalmente expostos era, por demais, excitante. Seus lábios e bochechas estavam levemente rosados. Só de olhar aquela divina escultura, o meu amigo lá de baixo ficou duro ...
- Amor, você tá linda! – fui ao seu encontro, enquanto ela descia as escadas.
- Você também tá lindo, acho que vou ter muito trabalho essa noite, espantando as piriguetes. – ela franziu a testa e fez um biquinho, já no final da escada, se jogou em mim, colando nossos corpos e me beijando com desejo.
- E você não acha que eu também não vou ter trabalho? Bella, quando você entrar naquela boate, os abutres vão avançar! – fiz biquinho e ela sorriu.
- Mas eu não sou carne para abutres, Sr. Cullen – falou enquanto abria um pouco as pernas e levantava o vestido, esfregando sua intimidade numa de minhas coxas – Sinta, Sr. Cullen – gemi, enquanto passava meus braços por sua cintura, mas ela pegou uma de minhas mãos, abriu mais as pernas e disse com malícia – Essa carne é sua – enquanto eu acariciava seu sexo, por cima de sua calcinha – E essa daqui, é toda minha! – sua outra mão foi até o meu membro, apertando-o um pouco.
Em seguida, seus lábios avançaram contra os meus num beijo quente e avassalador. Bella apertava meu membro, que já dava MUITO sinal de vida, eu afastei um pouco a sua calcinha e comecei a massagear o seu clitóris. Achei pouco e a penetrei com um dedo, ela ao sentir-me, intensificou o beijo e começou a mexer o quadril, enquanto meu dedo se movia dentro dela.
- Ed ... – Bella gemeu gostoso.
- Amor, assim vamos nos atrasar. – com muito sacrifício, separei um pouco os nossos corpos.
- Ed, eu tô fervendo, amor. Vem, vamos terminar isso.
Eu arqueei as sobrancelhas e sorri torto para ela. Bella sempre consegue me surpreender. Ela saiu me puxando para a cozinha?! Tá, tudo bem, pensei que íamos para o quarto dela.
- Uma rapidinha na cozinha, amor? – sorri largamente para ela.
Assim que chegamos à cozinha, ela virou-se pra mim e, enquanto mordia o lábio inferior, começou a rebolar e tirar a calcinha (ah! desse jeito, ela me mata). Ajudei-a a sentar no balcão, ela, olhando-me nos olhos, apoiou seus calcanhares sobre o balcão e abriu muuuuito as pernas. (Senhor, essa mulher é um perigo!). Meu membro já tava muito duro antes mas quando viu a entrada daquela grutinha rósea toda molhadinha ... Ah! Ele quase pulou da calça. Olhando em seus olhos, baixei a calça e a cueca, enquanto Bella mordia seu lábio inferior e levantava mais o seu vestido. Penetrei-a devagar, enquanto ela contornava meu corpo com suas pernas, beijei-a com devoção e comecei os movimentos de vai-e-vem, eu quase que saia por completo dela e voltava a estocar com força, buscando ao máximo lhe dar prazer. Bella arqueava um pouco seu tronco para trás e trazia seu quadril para frente.
- Ah, Edward, mais. Mas forte, amor. – ela gemia alto.
Eu ia fundo mesmo, se não tivesse segurando-a pela cintura, talvez ela tombasse para trás a cada investida minha. Estávamos enlouquecidos, macho e fêmea, apenas buscando prazer.
- Grita, Bella, grita meu nome, amor. – eu falava alto enquanto investia nela com vigor, é como se eu tentasse demarcar mais o território que sempre foi meu, eu era puro instinto naquela hora, ela era minha, afinal – Diz que você é minha, Bella.
- Eu sou sua, Ed, só sua ... Ah! Ed ...
Senti meu membro enrijecer mais dentro dela, enquanto eu era envolvido mais ainda por sua intimidade. A explosão de prazer nos invadiu, nossos gozos se misturaram, escorrendo um pouco de dentro dela. E naquele momento, tudo parou ao nosso redor, nada mais importava. Ela tombou seu corpo em direção ao meu, encostando seu rosto em meu ombro, enquanto eu a abraçava com carinho. Ficamos assim até controlarmos a nossa respiração, depois Bella desenlaçou suas pernas de mim e eu saí de dentro dela.
- Bella ... Amor, isso não foi qualquer coisa. Caralho!!! Essa foi a melhor rapidinha da minha vida! – falei eufórico, olhando em seus profundos olhos castanho, ela continuava calada, parada, olhando fixamente em meus olhos, fiquei alarmado – Bella! O que foi, amor? Te machuquei? Perdão, amor ...
- Não, Ed, calma. Eu tô feliz! – ela sorriu e levou suas duas mãos às laterais de meu rosto – Essa também foi a melhor rapidinha da minha vida – eu beijava sua face enquanto ela falava – Edward, eu não tô apenas falando do sexo que acabamos de fazer, mas da paixão, do respeito que temos um pelo outro. É muito bom saber que todo esse fogo, essa ... luxúria, esse desejo, tudo isso só torna mais lindo o amor que eu sinto por você.
- Isabella Swan, eu te amo.
- Edward Cullen, eu te amo mais.
*FIM DO POV EDWARD*

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Nosso momento “juras de amor” foi interrompido pelo toque do celular de Ed. Ele vestiu a calça enquanto tirava o aparelho do bolso, fez uma careta quando viu quem ligava.
- Oi, Jake (...) Não, ainda estamos em Long Island. (...) Vamos sim, é que tivemos um ... contratempo. – ele disse, piscando o olho para mim e sorrindo torto – Tá, tá bom, já estamos indo.
- Que horas são, amor? – perguntei, quando ele desligou.
- São nove e vinte. – falou enquanto me ajudava a descer do balcão. Quando fiz um movimento para vestir a calcinha, Ed parou minhas mãos.
- Isso, eu faço questão de fazer. – então ele se abaixou e vestiu-me com aquela peça, subindo suas mãos rapidamente pelas minhas pernas. Levantou um pouco a saia do vestido e depositou um beijo em minha intimidade, antes de vestir-me por completo.
- Adoro esse cheiro de prazer. – e olhou-me nos olhos com malícia.
G-zuis, depois dessa eu quase gozei de novo!!!
- Vamos, amor. – falei tentando me recompor – Jake e Leah vão ficar putos da vida se nos atrasarmos muito.
Já no carro conversamos amenidades e com pesar lembramos que dali a dois dias já estaríamos voltando à vida real em Boston. Também tentei, sem nenhum sucesso, descobrir onde iremos passar o natal (este ano vamos fazer dez anos de namoro!). Ed tá programando um natal especial para nós dois e a viagem faz parte da surpresa.
- Ed – falei toda dengosa – diz pra mim, amor, onde vamos passar o natal.
- Hum ... Deixe-me ver ... Vai ser num lugar muito bonito!
- Essa informação foi de grande ajuda, Edward! – fiz biquinho.
- Ok, vou tentar melhorar. O lugar é muito bonito mesmo, tem uma piscina, um jardim, o mar e algumas lojas por perto.
- Puxa, isso poderia ser num resort em Dubai ou, quem sabe, na mansão Cullen! – falei, fingindo indignação.
Ed gargalhou e disse que não diria mais nada sobre a viagem, a não ser que iríamos no dia 22 e voltaríamos no dia 28 de dezembro.
Ao chegarmos à boate, percebi que a entrada estava apinhada de gente. Havia uma fila enorme diante de dois seguranças fortes e mal-humorados.
- Caraca!!! Edward, vamos ter que entrar nessa fila?
- Claro que não, Bella! Jake já deixou nossos nomes com os seguranças, nós vamos direto para a parte VIP da boate, no andar superior. Afinal, somos amigos dos Black. – falou, sorrindo torto pra mim.
Os Black são conhecidos em NY. Billy Black foi um dos maiores jogadores do Yankees, um ídolo, na verdade. Rachel Black é uma renomada escultora e dona de uma galeria de arte em SoHo. Ambos são fantásticos assim como seu filho, Jake.
Assim que entramos na boate, os olhares convergiram para nós, mulheres principalmente. Eu já deveria estar acostumada com isso, mas sou sincera, me incomodo profundamente. Edward também deve ter percebido, porque me enlaçou pela cintura e enquanto o fluxo de gente caminhava a nossa frente, fazia sempre questão de me tocar, beijar meu rosto. Conhecendo-o como conheço, sei que ele também sente ciúmes.
Já na área VIP não foi difícil encontrar Jake, um cara grandalhão, com mais de 1,90, cabelos pretos, curtos e espetadinhos, sua pele bronzeada brilhava sob o reflexo das luzes da boate. Jake tava usando uma camisa pólo branca, calça jeans clara e sapatênis. Ao seu lado, Leah estava linda, numa calça escura justíssima e um top lilás coberto de lantejoulas e pedrarias furta-cor que contrastava perfeitamente com a sua pele morena-canela e seus longos e lisos cabelos pretos. Eles já estavam se esbaldando na pista de dança.
- Jake! - eu e Ed gritamos ao mesmo tempo.
Eles vieram em nossa direção e nos cumprimentamos com entusiasmo.
- Puxa, Bella, pensei que vocês iam nos dar o bolo.
- Desculpa, Leah é que tivemos um ... contratempo. – falei, corando levemente.
- Sei! – Leah gargalhou – Aposto que vocês estavam muito ocupados, mesmo! – ela fez questão de me fazer corar mais ainda.
- Ed, vamos levar as garotas para uma mesa. – Jake falou enquanto puxava Leah consigo, nos afastamos da pista e seguimos até uma área menos agitada.
- E aí, brother, como vai a vida de “casado”? – Jake perguntou enquanto socava de leve o ombro de Edward.
- Hei!!! – me intrometi - Casados, nada, somos namorados e dividimos o mesmo apê. Eu só caso quando Ed fizer o pedido e tem que ser na IGREJA. –falei cruzando os braços, feito criança.
- Cara, Edward, deixa eu reformular a pergunta, então. – Jake fingia medo enquanto falava – Como é que vai a vida, dividindo o mesmo apartamento com a sua NAMORADA, baixinha e birrenta?
- É a melhor coisa do mundo, Jake!!! – Ed falou, suspirando e me olhando nos olhos.
- Cara, tu tá fudido! Tá muito amarrado, mano! – Jake gargalhava alto.
- É o quê, Jacob Black?!!! Quer dizer que você se considera menos amarrado que Edward? – uma Leah enfurecida o questionou.
- Não, minha lobinha! – Jake arregalou os olhos e falou apressadamente, enquanto Ed fazia uma careta e passava a mão no pescoço, imitando o movimento de uma lâmina de guilhotina – Eu tenho certeza que estou MUUUITO mais amarrado que Edward!
E com essa nós rimos muito, mesmo. Os meninos foram ao bar pegar umas bebidas para nós e então eu e Leah começamos a falar sobre roupas, sapatos, tratamentos de pele, e claro, sobre eles. Depois de umas tequilas e muitas risadas eu tava doida pra dançar mas os rapazes estavam num assunto infinito sobre carros, argh! Chamei Leah e fomos pra pista. O DJ era fantástico e a batida da música, alucinante. Logo eu e Leah estávamos nos acabando na pista, fazendo passos coreografados e sorrindo muito, como fazíamos na época da escola. As pessoas ao redor se afastaram um pouco, deixando-nos no meio da pista. Como nada é perfeito, apareceram dois “malas-sem-alça” e tentaram dançar conosco, é claro que não demos a menor bola para eles. Mas mala é sempre mala, eles continuaram insistindo, nos rondando, tentando nos agarrar. Isso deve ter chamado a atenção de Ed e Jake porque no mesmo instante, eles apareceram. Quando vi o meu deus grego ali na minha frente, agarrei-o e comecei a ditar o ritmo da dança (agora a música era um pouco mais lenta) me esfregando nele, enquanto suas mãos iam da minha cintura até a base das minhas costas, apertando-me com um pouco mais de força que o normalmente usado.
- Bella, será que eu não posso te deixar sozinha por um minuto? – não gostei do tom de voz, parecia transmitir irritação, encarei seu rosto e olhei em seus olhos, tentando decifrar o que estava ali – Eu estou profundamente irritado com aquele cara ... a minha vontade é de ir até lá e partir ao meio a cara daquele filho da puta.
Edward estava tenso, falando entredentes, sua voz era baixa e suave, cortante como aço. Essa é uma característica dos Cullen, educados até quando estão putos da vida. Apertava-me tanto (acho que pra poder se controlar) que aquilo iria deixar marcas na minha pele. Dificilmente eu me deparo com essa faceta dele, deixei-o desabafar, até que ele percebeu que eu estava olhando seriamente pra ele. A música continuava lenta, permanecemos abraçados.
- Perdão, amor! – ele falou de novo, colando nossas testas – Eu sou um idiota, mesmo. Você não fez nada ... é que pra mim é difícil ver que outros caras te desejam, olham pra você com malícia e ...
- Edward! Me beije, por favor. – eu não queria prolongar aquele assunto, até porque entendo um pouco a perspectiva dele, numa outra hora falaríamos a respeito.
O beijo começou calmo, doce e depois evoluiu pra uma pressa desesperada, aflita. Quando nos faltou o ar, ele colou nossas testas novamente.
- Bella, diz que me perdoa. – sua voz era um sussurro.
- Perdôo, amor você sabe que sim. Edward, pra mim não importa os outros, não tenho desejo por mais ninguém, eu quero você por toda a minha vida.
- E eu quero você nessa e na outra vida também – e com isso ele juntou seus lábios aos meus.
A música seguinte foi outra batida super dançante, entramos no clima na mesma hora. Ed levantava meus braços junto com os dele, eu descia até o chão, rebolando de frente pra ele, no percurso ia espalmando minhas mãos pelo seu corpo másculo e forte, passando pelo seu tórax, barriga e apalpando um pouco o “eddie”. Edward me agarrou, me beijou com luxúria e levantou um pouco a minha perna esquerda, enquanto apalpava a minha coxa, depois me virou e começou a beijar meu pescoço e ombro, enquanto eu rebolava e roçava minha bunda em seu membro duro.
Minha nossa senhora da periquita fogosa!!! Esse homem acaba com meu autocontrole. Continuamos assim até a música seguinte. Depois, tive uma idéia e saí arrastando-o comigo até o banheiro feminino. Já na porta do banheiro, entrei primeiro e vi que estava vazio, puxei Ed pra dentro e tranquei a porta. Ele arqueou as sobrancelhas e sorriu torto pra mim, enquanto eu devolvia-lhe um sorriso que deveria ser, no mínimo, pervertido. Avancei sobre o meu homem e, enquanto lhe beijava, minhas mãos trabalhavam rapidamente, abrindo o botão de sua calça, o zíper, puxando a calça junto com a cueca de uma vez só.
O “eddie” tava tão bonitinho ... todo alegrinho pra mim, acho até que se ele pudesse falar, teria dito: “Oba! Oba! Oba!”. Ajoelhei-me e cai de boca naquela picanha maravilhosa, ora chupando e lambendo a cabecinha, ora passando a língua em toda sua extensão, como se fosse um picolé. Minhas mãos rosqueavam a base daquele membro ou às vezes faziam um movimento de vai-e-vem que coincidiam com o ritmo das chupadas que eu dava. Uma das mãos de Edward foi até aos meus cabelos, a fim de direcionar os movimentos que eu deveria fazer. Ele gemia, urrava, dizia coisas sem sentido. Em pouco tempo, senti seu membro enrijecer mais e intensifiquei os movimentos.
- Bella! – um gemido baixo e abafado, foi só o que saiu dos lábios dele.
Chupei tudinho, enrolando a minha língua na cabecinha daquele pau gostoso, enquanto massageava-o carinhosamente com as mãos. Quando terminei, ainda ajoelhada, olhei pra Ed e sorri, levantei-me e beijei seus lábios com ternura. Ele me abraçou e ficamos assim por um bom tempo.
Naquele momento eu só queria lhe dar prazer, não me importava comigo. O amor é assim mesmo, meio feroz, insano, egoísta mas ao mesmo tempo, calmo, consciente e abnegado. Parafraseando Nietzsche, posso também dizer que “Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.”

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