Carpe Diem (Parte I)
POV BELLA
No domingo eu acordei muito cedo (antes das sete da manhã), tomei um banho quente pra relaxar e aliviar a ansiedade...
OMG... Eu não via a hora de encontrar com meus NAMORADOS!!!
Comecei a bailar embaixo do chuveiro... a felicidade era tanta que eu estava quase quicando!
Passei hidratante de mel no corpo, vesti um roupão, sequei os cabelos com o secador e depois os prendi num rabo de cavalo alto. Quando vi que já passava das sete da manhã, liguei para Becca, minha amiga e possível salvadora naquele momento.
Se ela não pudesse me ajudar eu teria de ver outra coisa. Ver rápido!
Ela atendeu no primeiro toque.
- Bella? Ta tudo bem?
- Oi Becca! – sorri – Bom dia... eu te acordei?
- Que nada, amiga! Quando você for mãe vai ver o que é acordar cedo em pleno domingão... – sorrimos – Diz ai, o que é que manda? Já se decidiu?
- Sim!!! – falei exultante – Nós três nos acertamos ontem...
- Ah! Bella que bom... Mas me diga, você não me ligou a essa hora da manhã para falar só isso, né?
Suspirei e me enchi de coragem.
- Na verdade não. Eu tava pensando... eu queria levar os dois para um passeio no Lago Silver... Queria um lugar bem reservado pra gente, sabe?
-Entendo...
- Então eu queria saber se você ainda ta reformando aquela casa do lago...
Becca e o marido têm uma pequena empresa que faz serviços de reformas em casas. Geralmente a empresa pega uma casa desocupada pelos proprietários e faz reformas em telhados, vidraças, instalação hidráulica, elétrica e etc.
Em junho, quando soubemos que eu fui admitida da Maine University, ela fez um almoço com nossos amigos nessa casa do lago (é claro que os proprietários não sabem de nada). Eu lembro que ela havia dito que trabalhariam naquela casa por uns cinco meses...
- To sim. – ela sorriu – Você que usá-la?
- É... – dei um sorriso amarelo que minha amiga não viu.
- Quando?
- Eeerrr... hoje. – sussurrei e cruzei os dedos.
‘Diz que sim, Becca’, pensei e mordi o lábio inferior.
- Você tem sorte! – pela excitação da voz, tenho certeza que Becca quicava no chão – Ontem mesmo eu trabalhei nela até tarde e enchi a geladeira de comida porque amanhã eu iria seqüestrar Jared para lá enquanto Seth tivesse na escola! – ela sorriu com gosto e eu corei – Com certeza você não sabe... Mas depois que os filhos nascem, prá gente ‘dar uma (ou várias)’ bem gostosa com o marido, ou tem que ser num motel ou num lugar assim, longe dos filhos...
- Credo, Becca, que exagero!
- Exageros à parte, a casa é sua amiga... a chave está debaixo do vaso de samambaias na entrada principal da casa. Mas vocês só vão poder usar o andar inferior da casa. Ok? O andar superior tá interditado.
- Ah! Becca, valeu amiga, pode deixar que amanhã mesmo eu passo num supermercado e encho a geladeira de novo!
- Não precisa, Bella, tem muita comida lá! – ela fez uma pausa – Só me prometa uma coisa.
- O quê?
- Torne este domingo um dia maravilhoso... você merece, amiga!
- Prometo. – sorri.
Conversamos mais um pouquinho e nos despedimos, abri o guarda-roupa e fiquei pensando no que vestir. Optei por um vestido soltinho e bem florido, nos pés uma sapatilha rosa e apenas gloss nos lábios. Depois eu fui ao refeitório e tomei um café da manhã bem reforçado enquanto minha mente era assaltada pelas lembranças de meus Cullen gostosos. Quando voltei ao quarto, peguei minha mochila e coloquei umas roupas lá, separei dois biquínis (eu tava na dúvida entre eles), minha nécessaire e lembrei de um detalhe importante.
“Oi, meu anjinhos! Bom dia...
Esqueci de avisar: nós vamos nadar hoje...
Contando os minutos aqui!
Beijos”
Bella
Mandei a mesma mensagem para Edward e para Emmett. Menos de dois minutos depois, recebi duas mensagens de texto. Edward, muito carinhoso, me dizia que também estava contando os minutos e que não via a hora de nadarmos juntos. Emmett, muito brincalhão, me dizia que não via a hora de me ver de biquíni...
Eu ainda estava sorrindo abobada quando Jess acordou e soltou sua acidez matinal contra mim.
- Bom dia, Swan. – sua voz era sarcástica – Vai sair com os namorados?
- Nossa, Jessica, como você é inteligente! – devolvi o sarcasmo – Vou sim!
- Será que você não vê o quanto isso é... errado? – ela sentou na cama e falou exasperada – Isso... isso foge à regra natural das coisas... Isso pode acabar mal.
Sentei na cama (pra tentar manter a calma, eu não queria brigar) e tentei estabilizar a voz.
- Jessica, nós três já conversamos bastante sobre isso e decidimos que as coisas estão bem desse jeito. – ela me olhava incrédula – E não se preocupe comigo, eu estou muito feliz!
- Ah, mas eu não to preocupada com você, Swan. Eu só não quero ser associada a você. Só isso.
‘Ai como eu sou boba!’, por um instante pensei que ela estava preocupada comigo. Evitei olhar em seus olhos e fingi arrumar alguma coisa dentro da minha mochila.
- Não se preocupe, Jessica, nós nunca vamos nos associar. – minha voz revelou um pouco de tristeza – Somos de mundos completamente diferentes.
- Ah! Mas disso eu não tenho dúvida. – ela já estava de pé e se olhava no espelho da porta do guarda-roupa – Eu só espero não ser prejudicada quando as fraternidades do campus começarem a enviar os convites para fazermos parte delas... Não é nada pessoal, Swan...
Enquanto ela tagarelava, recebi uma mensagem de texto, era Emmett dizendo que eles já estavam no estacionamento, me esperando. Jess ainda metralhava as palavras enquanto eu coloquei mais um pouquinho de perfume nos pulsos e atrás das orelhas e retoquei o gloss, mas eu não pude deixar de ouvir sua última frase: ‘essa história vai sacudir o campus’.
Tentei não pensar em bobagens e resolvi seguir o conselho de minha amiga Becca. Coloquei a mochila sobre os ombros e caminhei a passos largos, decidida a aproveitar meu domingo.
Assim que vi meus anjinhos esperando por mim encostados na pick-up vermelha desbotada, esqueci de tudo, de Jessica, dos preconceitos... do mundo... Quase corri em direção aos meus dois destinos e quando estava a poucos passos deles, me joguei e fui recebida por dois pares de mãos grandes e carinhosas. Dois lábios macios beijaram meu rosto, meu coração bateu acelerado e eu fechei os olhos na esperança de aproveitar melhor o contado.
- Bom dia! – sorri.
Emmett envolveu meus ombros e puxou delicadamente a mochila de minhas costas, eu sorri em agradecimento.
- Bom dia, princesa! – Edward envolveu meu rosto em suas mãos e me beijou com carinho, mas não aprofundou o contato.
Senti Emmett beijando minha nuca, meu corpo inteiro se arrepiou e eu me senti úmida quando sua respiração baixa, quente e entrecortada preencheu meu ouvido. Quase desfaleci quando suas mãos rodearam a minha cintura.
- Você ta linda nesse vestido, bebê... – Emmett ronronou.
Edward cessou o beijo e eu girei meu corpo para Emmett, enrosquei minhas mãos em seu pescoço e me icei para beijá-lo. Meu coração que já estava ‘prá lá de Bagdá’, explodiu de uma vez!
Já na pick-up, Emmett dirigia enquanto Edward ligou o rádio numa estação de músicas antigas. Começou a tocar a música do filme O Mágico de Oz e a gente cantou junto, desafinamos várias vezes e demos muitas risadas.
- Para onde vamos, Bella? – Emmett perguntou e depois beijou minha mão.
- Vamos pegar a estrada 01-norte, em direção ao Lago Silver.
- Lago? – Edward perguntou surpreso e sorriu torto.
- Oba! – Emmett falou e sorriu, mostrando suas duas covinhas lindas.
A viagem durou cerca de uma hora e nesse tempo a gente conversou coisas sobre mim. Não tinha muito a ser dito, mas meus anjinhos estavam dispostos a descobrir tudo. Desde a minha cor preferida à minha fruta predileta, passando pelos bichinhos de estimação que eu tive ou deixei de ter, até meus filmes, bandas e músicas favoritas.
Eu respondia a tudo com sinceridade, às vezes corava e ganhava um beijinho de Edward ou então Emmett beijava minha mão. Ambos diziam que eu ficava linda quando corava e isso me fazia corar mais ainda...
- Após aquela ponte, você deve entrar na estradinha de terra à direita. – falei para Emmett.
Cerca de dez minutos depois já estávamos na casa.
Estacionamos a pick-up na parte de trás da casa e seguimos pela varanda até a porta principal, enquanto eu procurava a chave embaixo do vaso de planta, Emmett e Edward olhavam embasbacados para a vista da casa.
- Puxa... que lago lindo... – Emmett sussurrou.
- Não só o lago, mas a casa também é linda! – Edward sussurrou e beijou a pontinha de meu ombro, enquanto eu abria a porta.
- Essa casa não é minha. – tratei logo de esclarecer – Uma amiga me emprestou pra gente ter um dia diferente!
A sala de estar tinha um enorme sofá cheio de almofadas coloridas, uma estante com vários livros, um fofo e especo tapete diante da lareira e tudo o mais de uma casa. Mas quem disse que eu queria ficar ali dentro? O lago era tão lindo e havia tanta vida lá fora, o lugar ideal ainda não era ali.
- Vou ver o que tem na geladeira... – falei e disparei para a cozinha.
Para o meu alívio tinha um pouco de tudo, frutas, verduras, carne, ovos, além de cerveja, refrigerante, vinho e água. Voltei para a sala com uma garrafinha de água na mão e encontrei Emmett olhando um barquinho em miniatura que estava dentro de uma garrafa sobre a lareira, enquanto Edward olhava os exemplares de livros da estante.
- Vocês querem beber alguma coisa? Tem água, cerveja, refrigerante, vinho...
- Tem coca? – Edward perguntou e eu assenti – Quero uma...
- Eu também. – Emmett completou.
De volta à cozinha, peguei as bebidas e quando dei por mim, os dois haviam me seguido. Ambos olhavam para minhas pernas, quando me inclinei para pegar as latas que estavam na parte inferior da geladeira. Quando ergui o corpo com as latinhas, Edward disse:
- Essa não, Bella, pega aquela lá do fundo, deve estar mais gelada...
Girei o corpo e peguei a outra latinha.
- Essa não... – uma risadinha – aquela ali – outra risadinha.
Foi então que a ficha caiu, corei e segurei o riso. Quando me virei os dois estavam vermelhos de tanto rir. Coloquei as mãos na cintura, fingi cara de brava e os fuzilei com o olhar.
- Eu aqui preocupada com o bem estar de vocês e os dois palhaços só interessados em zoar comigo, hein?
Foi engraçado! Num átimo os dois se aproximaram de mim e me abraçaram. As explicações e desculpas vieram num jorro só.
- Não, princesa... é só que você estava numa posição tão interessante... – Edward se desculpou enquanto segurava o riso.
- Eu juro que não vi suas deliciosas coxas... – Emmett sorriu malicioso e piscou um olho para mim.
Duas bocas gostosas, molhadas e quentes começaram a sussurrar em meu ouvido, os sussurros viraram pequenas lambidas e selinhos que desciam pelo meu pescoço e colo. Dois pares de mãos percorreram meu corpo, passando pela cintura, quadris, coxas... fazendo o caminho inverso e chegando até meus seios, que já estavam durinhos de tanta excitação. Ensandecida de tanto desejo, eu me deixei levar e comecei a apalpar cada um (do jeito que eu pude) e pude sentir, mesmo por cima do jeans que usavam, o quanto ambos estavam duros.
- Aaahhh... – sussurrei ofegante.
Quando recuperamos o fôlego, sorrimos e nos abraçamos por alguns segundos. Aquela experiência era inédita para nós e a cada carícia mais íntima, percebíamos o quanto nossa peculiar relação estava ganhando novos limites.
- Eu... eu amo vocês... – sussurrei – Muito...
- Eu te amo, Bella. – Edward beijou minha testa – Minha princesa.
- Assim como eu te amo, meu bebê. – Emmett sussurrou em meu ouvido.
Desfizemos o abraço, os meninos pegaram os refrigerantes e eu fui ao banheiro para vestir o biquíni. Como ainda estava indecisa, vesti a calcinha do biquíni azul marinho e o sutiã de cortinha vermelho do outro conjunto, vesti um short branco e transparente por cima e calcei meus chinelinhos de dedo também brancos.
Quando voltei para a sala, dois pares de olhos me encaravam com luxúria e desejo, percebi quando ambos engoliram em seco. De propósito, eu girei e perguntei.
- Como estou?
- Gostosa. – Emmett disparou.
- Eu ainda não sei... – Edward franziu o cenho – Você girou para a esquerda, gire para a direita agora!
Estirei a língua para ele e girei para o outro lado. Ele gargalhou e grudou em mim em menos de um segundo, senti seu pau duro contra minha barriga e comecei a me esfregar nele.
- Muito gostosa... – ele suspirou – Vou trocar de roupa agora.
Emmett estava sentado no sofá e me chamou com um gesto de mão. Ousada, eu sentei em seu colo, colocando uma perna de cada lado de seu corpo. Nos beijamos com paixão e luxúria, nossas línguas duelavam com avidez. Minhas mãos se enroscaram em seus cabelos negros e curtinhos, ele prendeu suas mãos em minha cintura e me puxou para si, o contado de nossas intimidades o fez ofegar e me fez gemer. Senti seu pau duro pulsar ao mesmo tempo em que senti meu centro umedecer, instintivamente, eu comecei a rebolar. Quando o ar nos faltou, nós sorrimos e colamos as nossas testas, pela minha visão periférica eu vi que Edward estava na entrada da sala.
Ao me virar, quase tive um treco, ele estava usando uma sunga preta e seu grosso e enorme membro já estava bem à vista. Com um gesto de mão, o chamei para mim, ele se postou atrás de mim, se ajoelhou e começou a beijar minhas costas enquanto acariciava meus seios. Emmett recomeçou o beijo... As coisas começaram a fugir MESMO do controle e de repente aquela sala começou a pegar fogo. O plano inicial de nadar no lago foi totalmente esquecido...
- Emm... – sussurrei o apelido – Você ainda ta muito vestido...
Devagar, eu comecei a desabotoar a camisa dele, seus olhos azuis me queimavam de tanto desejo e paixão e cada centímetro de peito musculoso que eu via, meus lábios beijavam... Paralelo a isso, senti Edward puxar o laço do sutiã enquanto beijava e mordiscava de leve o meu ombro e esfregava seu pau duro nas minhas costas.
Quando as mãos grandes de Edward se apossaram de meus seios, eu joguei a camisa de Emm no chão e precisei sair de seu colo para poder tirar sua calça jeans. Nesse meio tempo, eu dei um selinho em Edward e sussurrei.
- Eu quero você...
Ele sugou meus lábios com volúpia, fazendo com que nossas línguas guerreassem até que se renderam à falta de oxigênio de nossos pulmões. Emm puxou a presilha que estava em meus cabelos, liberando uma cascata castanha em minhas costas.
- Eu também quero você...
Ronronei para meu anjinho de olhos azuis, que àquela altura só estava usando uma cueca boxer branca. G-ZUIS... Aquilo parecia uma barraca armada e dentro dela só poderia estar uma ANA... ANACONDA...
Meus anjinhos fizeram um trabalho em conjunto: enquanto Edward me carregava no colo até o imenso tapete da sala, Emmett pegava várias almofadas e as colocava no chão, fui deitada sobre elas. O short e a calcinha do biquíni desapareceram de mim num piscar de olhos e...
- Aaahhh... – gritei completamente sem noção de mais nada.
Duas bocas famintas e quentes se apossaram de meus seios, aquelas línguas mágicas chupavam e rodeavam meus mamilos sem piedade alguma. Uma mão macia percorria minha barriga e chegava até a minha intimidade, instintivamente, eu abri as pernas, apreciando aquele toque. Outra mão (não pergunte de quem era, porque eu juro que não sei) estava acariciando a parte interna de minhas coxas e aquilo me fazia arrepiar a cada cinco segundos.
- Ah! Bella... – Edward me nos olhos e sussurrou – Você... tem certeza, princesa?
- Tenho, Ed... – falei quase fôlego -, eu quero você.
Emmett envolveu minha mão nas suas e beijou-a com delicadeza e devoção.
- Emm... – ele sorriu e assentiu – eu te quero... muito.
Ele tomou meus lábios e quando dei por mim, gemi em sua boca quando percebi que Edward estava com meus outros lábios entre os seus.
Deus do céu... se aquilo tudo matasse, eu já estaria morta!
Emm quase deitou sobre mim, nossas bocas estavam grudadas e completamente ensandecidas, minhas mãos estavam enroscadas em seus cabelos, puxando- para mim. Com uma mão, ele sustentava o peso do próprio corpo e com a outra, ele acariciava meus seios.
Edward foi impiedoso, beijando, chupando e lambendo meu sexo, enquanto suas mãos fortes apalpavam minhas coxas. Ele alternava sopros quentes e frios em meu sexo, metia a língua na minha grutinha, que já estava bem úmida e acariciava com os dedos o botãozinho pulsante...
Era emoção demais para um coraçãozinho tão fraco quanto o meu...
A respiração foi ficando mais e mais acelerada, pequenos e contínuos espasmos se espalhavam pelo ventre, a garganta ficou seca, o coração galopava, meus seios estavam intumescidos pelas mãos de Emm... Gemi em sua boa um grito ao me sentir derramar na boca de Edward.
E de repente me lembrei do sonho que tive com eles há poucos dias atrás!
Eles inverteram os papéis, me senti sendo chupada por Emm enquanto sentia meu próprio gosto na boca de Ed. Ainda me recuperando de um orgasmo poderoso, sentindo as pernas bambas e a respiração entrecortada, o tesão voltou com tudo quando aquela língua gostosa se apossou da minha. Meu corpo reagiu de imediato, segurei em seus cabelos cor de bronze e aprofundei mais ainda o beijo. Lá embaixo, Emm acariciava meu sexo ainda pulsante e beijava-o com carinho.
Quando o ar faltou, os dois deitaram ofegantes ao meu redor e me abraçaram. Ficamos quietinhos por alguns instantes, nossas mãos entrelaçadas. Resolvi quebrar o silêncio e me sentei, ainda com as mãos entrelaçadas aos dois, fiz uma pergunta muito importante.
- Isso... isso foi maravilho! – sorri – Foi a experiência mais surreal da minha vida! – eles sorriram – Mas eu preciso saber de vocês agora. O que vocês acharam disso tudo? Vocês se sentiram tão à vontade como eu me senti? Eu... eu não quero magoar nenhum dos dois.
- Bella foi maravilhoso! – Emm falou e beijou minha mão.
- Nós temos certeza disso, Bella. – Edward sentou no tapete e acariciou meu rosto.
Como dois imãs, nossas bocas se grudaram novamente, entrelaçamos nossas pernas e intensificamos o contato de nossos corpos. Ao sentir sua enorme ereção contra minha barriga, ofeguei e gemi em sua boca. Emm beijava meu pescoço e minhas costas e também esfregava seu pau duro em mim.
Faminta pelos dois, interrompi o beijo com Edward e sai daquele meio antes que pudesse perder a cabeça de vez. Fui até a minha mochila, que estava em cima do sofá, abri a nécessaire e peguei dentro dela a outra nécessaire.
Voltei decidida a me entregar aos dois de uma vez só, eu só conseguia seguir meus desejos... meus instintos...
- Eu tenho camisinhas... – sorri e mordi o lábio inferior.
Os dois me devolveram tipos diferentes de sorrisos. Emm sorria com carinho, malícia e desejo, Ed sorria torto, de um jeito safado e lambia os lábios, mas em seus olhos verdes também havia paixão e ternura. Deitei sobre seu corpo, distribuindo minhas mãos em seu peito másculo e atacando sua boca com intrepidez. Suas mãos agarraram a minha cintura com força e desceram até minha bunda. Ao mesmo tempo, senti o toque suave de Emm em minhas costas...
Não podendo mais suportar a insana necessidade de descer com tudo naquele mastro enorme, puxei a sunga que ele ainda vestia e beijei seu membro ereto, enorme e rosado. Bebi uma gotinha de seu líquido pré-gozo enquanto ele gemeu alto e se esparramou de vez no tapete. Rapidamente vesti uma camisinha nele e me preenchi com aquela maravilha, cavalgando sobre meu Edward freneticamente.
- Ah! Bella... rebola... gostosa... – ele falou ofegante.
Emmett, ainda atrás de mim, passou a acariciar os meus seios com firmeza e ainda mordia de leve o meu ombro. Alucinada, eu me entregava aos meus desejos mais primitivos enquanto a música de nossos arquejos, gemidos e respirações entrecortadas ecoavam pelos meus ouvidos.
- Aaahhh... Edward... – falei ofegante enquanto gozava pela segunda vez naquela manhã.
Quase cai molenga, mas Ed me sustentou um pouco, me fazendo pular umas duas vezes sobre ele, até que, mesmo tendo um preservativo entre nós, senti se pau gostoso estocar com mais força enquanto ele urrava meu nome. Ele me abraçou com carinho, desfiz o contato de nossos corpos e me deitei, ofegante, sobre o tapete, Emmett se deitou ao meu lado e me abraçou, depositando um beijinho cálido em minha bochecha.
Pouco tempo depois, já com a respiração estável, comecei a beijar (bem de leve) o peito músculo de meu Emm. Ele começou a acariciar minhas costas e quando dei por mim, já estava sobre ele, distribuindo minhas pernas ao redor de seu corpo e queimando de desejo por ele.
- Bella... você... você quer? – ele perguntou meio hesitante.
- Muito... Emm, me come... – sussurrei em seu ouvido.
Ele inverteu a posição de nossos corpos, me deixando por baixo, colocou umas almofadas em meu quadril, me erguendo e suspendendo minhas pernas em seus ombros. Depois vestiu uma camisinha em seu enorme membro e o esfregou na minha entradinha que já estava molhada de novo. Mordi o lábio inferior para poder abafar um grito...
Edward atacou meus lábios novamente num beijo que pareceu o beijo do homem aranha no filme. Eu gritei de prazer em sua boca quando Emm estocou firme, entrando todinho em mim...
- Aaahhh... – ofeguei – Mais...
Emmett quase que saia e entrava com tudo, explorando com aquela anaconda lugares novos dentro de mim. As mãos de Edward estavam em meus seios, sua boca na minha, minhas mãos apertavam as almofadas... Eu tentava segurar o novo orgasmo que já tava quase, quase vindo...
‘Bella, minha filha, você tem muita sorte... muita’, pensei quando recobrei o juízo e o perdi no momento seguinte.
Meu centro apertou o membro de Emm com força, meu corpo todo foi invadido por um poderoso espasmo, vi estrelas de todas as cores na minha frente...
- Emmett... – gritei o nome dele ao mesmo tempo em que o sentia estocando mais forte em mim.
- Bella... – sua voz estava rouca e macia.
Ofegantes, suados e exaustos, deitamos bem juntinhos novamente, meus Cullen sorriam para mim e beijavam minhas mãos, eu olhava para o teto da sala e pensava ‘puxa vida, esse é o teto bege mais lindo que já vi na vida’.
Corrigi os pensamentos, ‘puxa vida, eu nunca tão feliz como hoje’, sorri satisfeita e beijei as mãos de cada um de meus anjinhos.

