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- Vem Comigo, Amor

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- Paradise

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- Música Das Sombras - adaptação do livro homônimo. (Fic concluída)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Paradise - Capítulo Bônus

New York, New York

Eu estava em estado de ‘quicação’ desde que fizemos as malas para NY! Confesso, eu parecia uma criança! Nunca tinha viajado de avião e nunca tinha viajado para outro lugar que não fosse Paradise com os meus maridos. Eu nunca tinha comprado um pacote de viagens numa agência de turismo e torcia pra ter feito tudo direitinho, afinal, aquilo era um presente para os meus amores.
Edward e Emmett também estavam eufóricos, enquanto o primeiro queria conhecer o Rockfeller Center, o outro queria visitar o Museu de História Natural. Eu, bem... eu queria qualquer coisa que eles quisessem.
O verão naquele ano estava intenso, parecia que tudo ia derreter, então optei por usar um vestidinho de alcinhas todo florido, chegando até um pouco acima dos joelhos. Mas levei comigo uma jaqueta jeans para o caso do tempo mudar. Meus homens usaram camisetas e jeans, tudo muito casual e no maior clima de férias. Já no aeroporto, mesmo vivendo em nossa bolhinha de amor, eu percebi que ‘causamos’ porque enquanto Ed não largava minha cintura, Emm depositava mil beijinhos no meu pescoço e ombro. Sim, algumas pessoas olhavam feio para nós...
‘Ah, que se danem...’
‘Que foi? Cara feia pra mim é sinal de fome. Ta com fome?’
Juro que eu queria perguntar coisas assim a algumas pessoas, mas me contive e comecei a pensar nas coisas boas de minha vida. Fiquei meio boba, mordendo o lábio e pensando... ‘Porra, Isabella, como sua vidinha era medíocre antes de seus amores?’ Tipo, eu olhava para Ed e para Emm e em mim só aumentava o desejo de amá-los mais e mais. Desde o começo, eu sempre soube que Deus tinha me dado dois anjos e mesmo quando eu tive dúvidas de seguir em frente com esse amor, meus anjinhos foram atrás de mim e me mostraram que nosso amor podia ser possível.
- No que a minha bebê ta pensando? – Emm se inclinou e beijou a pontinha do meu nariz.
Estávamos os três já na sala de embarque que, diga-se de passagem, estava muita cheia.
- Em como eu amo você, - me virei para ele e beijei levemente seus lábios – e você... – também dei um selinho no meu Edward.
Depois dessa não nos beijamos mais nos lábios, mas mesmo assim sorri maleficamente para uma ou duas pessoas que nos encaravam. No avião, eu tentei não passar recibo de caipira e olhava tudo ao meu redor com bastante descrição! Mas na hora da decolagem, senti um friozinho gostoso na barriga e comecei a sorrir e morder o lábio! O vôo foi rápido, eu sentei na poltrona do meio e sendo embalada e acariciada pelos meus amores, acabei cochilando e acordando meio desorientada.
Desorientados ficamos no aeroporto La Guardia! Puxa vida que lugar apinhado de gente! Depois de pegar as bagagens e colocá-las num carrinho, fomos tentar pegar um taxi e tipo, na terceira tentativa conseguimos. Meu Edward quase ganhou uma ‘bengalada’ nas costas de uma senhorinha muito mal educada.
- EU TENHO REUMATISMO! – ela berrou – E ESSE TAXI É MEEEEEEEU!
Nós três nos sobressaltamos e quando ela entrou no taxi, desatamos a rir da situação inusitada. Mas o próximo taxi parou e não perdemos tempo, jogamos as malas no porta malas e entramos no veículo antes que alguém nos batesse.
- Para onde? – a voz feminina me deixou surpresa, era uma motorista!
- Ah, para o Lowell Hotel... – murmurei.
- Turistas, heim? – nós três assentimos – De onde!?
A loira ao volante aparentava ter uns quarenta anos, parecia simpática e nos deixou à vontade rapidamente.
- Somos do Maine. – Ed falou com sua voz aveludada e gentil.
- E estamos aqui em lua de mel... – Emm provocou e me lançou um sorriso sem vergonha.
- Espere aí quem... – ela fez uma pausa e nos olhou pelo espelho – Ah... HAHAHA... Saquei... Garota, você vive o sonho de muitas mulheres...
Ai meu G-zuis! Corei até a pontinha dos pés, Ed afundou seu rosto nos meus cabelos e Emm gargalhou com vontade.
- O Lowell fica em Upper East Side, em Manhattan e eu estou vendo que a comemoração vai ser boa... o hotel é de luxo! Não que eu já tenha entrado lá, só vi umas fotos!
A mulher começou a matracar, mas foi bom porque ela nos deu várias dicas, dizendo que iríamos ficar a um quarteirão do Central Park e a cinco de Midtown, cheio de lojas e restaurantes de fama internacional. Mas quando ela falou que o hotel ficava a 15 minutos do Carnegie Hall, eu retesei meu corpo, não queria que meus maridos associassem o centro de eventos com o show da Adele. Sim, o show da mais nova diva da família Cullen também fazia parte dos presentes! Vivíamos cantarolando ‘Someone Like you’ e tantas outras músicas da Adele!
Já era noite quando chegamos ao hotel e mal entramos no elevador, ignoramos o tadinho do carregador e fizemos uma pegação leve. Enquanto eu estava abraçada a Emm, saboreando dos lábios do meu anjinho de olhos azuis, Ed me abraçava por trás, beijava o lóbulo da minha orelha e roçava seu pau, que endurecia a cada segundo, na minha bunda (eu rebolava, já enlouquecida por ele).
 O carregador deixou nossas malas do hall do quarto e enquanto Emm lhe dava uma gorjeta, Ed se esparramava no sofá e eu fui até a mesinha que estava próxima ao frigobar. Conforme combinado com a direção do hotel, havia sim um carrinho com champanhe no gelo e três taças. Quando Emm viu o que eu tentava fazer (sem sucesso), ele tomou a garrafa da minha mão e num estopim abafado a abriu com facilidade, peguei as três taças e brindamos mais uma vez ao nosso amor.
Depois de um gole da bebida, Ed me abraçou pela cintura e parecia solene ao começar a falar.
- Bella eu estou muito feliz por este presente que você nos deu, foi muita gentileza de sua parte, princesa... – quando tentei falar, ele selou meus lábios com o dedo indicador – Sabe Bella, eu não posso dizer o que sinto, mas vou tentar... Acho a coisa mais extraordinária do mundo pertencer a você, viver todos os dias com você e ter essa... essa sensação de que dividi minha alma com a sua e que você, ah, graças a Deus por isso, me aceita como eu sou...
Funguei e nem preciso dizer que já estava com os olhos marejados! Ouvir tão doces palavras enquanto fitava seus olhos verdes cor do mar foi um momento que vou levar para sempre no meu coração. Meu corpo todo vibrou de prazer quando Emm me abraçou por trás e descansou sua cabeça no vão do meu pescoço. Ele sussurrava gentilmente.
- Bebê... eu não sou muito bom com as palavras, mas sinto que atravessei todos os oceanos sozinho e parece que essa viagem durou uma eternidade. E agora que te encontrei, você é o meu porto seguro! E eu também sinto que posso ser eu mesmo porque eu tenho você e você me ama pelo que eu sou.
- Eu te amo, Bella! – os dois falaram em coro e sorrimos.
- Emmett, proponho um brinde à nossa linda esposa. – e lá estava ela, a voz solene e aveludada de meu Edward.
- Que esta seja a primeira de muitas luas de mel. – Emm sorria e beijava meu pescoço em meio às palavras.
- Meninos, - falei com a voz embargada – um brinde a vocês, meus esposos, meus amores... Eu, eu amo tanto vocês dois e a cada dia ter a graça de lidar com tão grande amor faz de mim uma pessoa plena. – eu sorria enquanto olhava de um para o outro – Amo vocês porque vocês me completam e eu também tenho esperado um longo tempo... – fiz uma pausa – Um tempo muito longo para superar tudo o que sou, o que fui... e com vocês sei que posso conseguir.
Depois de vários brindes, meus anjinhos foram levar as malas para o quarto e eu resolvi sentar naquele sofá fofinho, o conforto dele só me enchia de ideias. Comecei a tirar a sandália que usava e depois a roupa, cada vez que meus maridos passavam do hall para o quarto, eu estava menos vestida.
- Bella... – Ed sorriu aquele sorriso torto perfeito e me fez corar.
Sim, por mais perva que eu pudesse ser para os meus maridos, eu ainda era uma garota que corava!
- Ui, bebê... tira tudinho que eu to chegando. – Emm falou e deu aquele sorriso safado, exibindo as covinhas nas bochechas.
Os dois estavam no quarto, era a última leva de malas quando eu só vestia calcinha e sutiã, tirei rapidamente as duas peças, subi no sofá e chamei por eles.
- Edward, Emmett!
Quando apareceram na soleira da porta não os deixei pensar, atirei meu sutiã e minha calcinha para eles e girei meu corpo, completamente nua.
- Venham logo... – tentei soar imperiosa e urgente.
Ah, mal terminei a frase e me senti abraçada e acariciada pelos meus maridos, que me tiraram de cima do sofá no mesmo instante. Ai que delícia! Ed me abraçava por trás, se esfregava em mim, acariciava minha bunda e beijava meu pescoço, também não me passou despercebido que ele se despia. Enquanto Emm capturava meus lábios num beijo lascivo e acariciava meus seios durante o processo eu o despia, primeiro a camisa, exibindo aquele peito másculo de deus grego, depois o ajudei com o jeans. Quando dei por mim, já estava deitava naquele imenso e fofo sofá bege e meus amores já estavam nus, sua duas TAUROS, enormes, lindas e com as cabeças rosadinhas já apontavam para mim.
Não vou mentir, só de ver aqueles dois mastros, eu já ficava úmida. ‘Tudo meu... tudo meu...’ eu sorria feito criança sapeca prestes a comer os melhores chocolate do mundo.
Ajoelhado no chão, numa posição em que parecia estar de cabeça para baixo para mim, Emm voltou a beijar meus lábios (lembrei na hora que aquele nosso beijo parecia o beijo do homem-aranha no filme) e a massagear meus seios com suavidade, ele alternava seus lábios entre minha boca, meu pescoço e colo. Ed sentou no sofá, de frente pra mim e me fez abrir as pernas. Meu corpo todo se arrepiou quando ele colocou minha perna esquerda sobre o encosto do sofá e a direita sobre o seu ombro. Eu estava completamente aberta, exposta para ele e embora a posição pudesse ser constrangedora para algumas pessoas, estar ali, aberta para meu marido era a coisa mais natural do mundo. Ele passou uns cinco segundos apenas me olhando e sussurrou.
- Tão linda...
Nesse meio tempo, ele acariciava meu corpo, descendo seus dedos, mágicos pela minha barriga e virilha, chegando até a minha boceta, passeando naquele monte de Vênus e me fazendo gemer na boca de Emm.
- O que você quer, Bella... – Ed perguntou com a voz já tão abafada pelo desejo.
Dei um sorriso apaixonado antes de responder.
- Vocês... tudo... agora...
Sim, as palavras pareciam incoerentes, mas como eu poderia pensar direito se a boca quente de Emm lambia um de meus seios e aquela língua gostosa passeava no meu mamilo? Sem contar que Edward já tinha beijado e mordiscado a minha boceta... Ai, ai, ai, meu coraçãozinho... Vamos lá!
Num grito, meu corpo se convulsionou para frente quando Edward começou a me chupar, abrindo meu sexo com seus dedos longos e hábeis... massageando meu grelinho com a língua e me fazendo quase perder os sentidos. Emm se empenhava nos meus seios, arrancando mais gemidos de mim, meu coração batia acelerado, todas as células do meu corpo pareciam sensíveis, o prazer fazia meu ventre se contrair, minha vagina latejava por dentro e por fora... Até que não pude mais resistir a tanta gostosura e num gritinho abafado me deixei flutuar enquanto Ed lambia meu gozo e massageava meu grelinho.
Depois meus amores inverteram as posições, Emm foi beijar e acariciar meu sexo, enquanto Ed me tomou num beijo luxuriante e muito, muito profundo e molhado... o gosto era... ah, não consegui distinguir.
- Sinta como você é agridoce, Bella. – ele falou em minha boca – Gostosa, muito gostosa, - agora ele falava quase sem ar contra a pele de meu pescoço – boca e boceta, eu me perco nas duas...
Somente bastaram aquelas palavras para eu me excitar de novo e comecei a rebolar na boca de Emmett, fazendo-o segurar meus quadris com força enquanto meu dava outro oral maravilhoso. Edward começou a brincar em meus seios, barriga, virinha, fazendo o caminho inverso e voltando para os meus lábios.
Depois da minha segunda gozada na noite que mal tinha começado, ficamos os três ali no sofá tomando fôlego, eu deitada no colo de Ed e com as pernas sobre Emm. Mas quando me senti recuperar as forças das pernas, me levantei e peguei a garrafa de champanhe, bebendo direto do gargalo. Voltei ao sofá e ofereci aos meus maridos, eles também beberam um gole. Não me dei por satisfeita, ainda tinha champanhe ali e virei um pouco do líquido sobre o peito de Ed, fazendo-o gemer. Me ajoelhei no sofá e comecei a lamber seu peito, sugando o espumante que escorria pela sua barriga e virilha, chegando até onde eu queria, seu membro enoooooorme e que já apontava para cima de novo.
‘Meu Théo’... ah, isso sim é um deus do pecado, sorri enquanto espalhava minhas mãos naquela picanha dura e caia de boca nele, fazendo Edward urrar de prazer.
Emmett bebeu outro gole de champanhe, ofereceu a bebida ao irmão e pegou o restante, despejando sobre as minhas costas, e me beijando logo em seguida. Meu corpo já agia por instintos, de quatro no sofá, eu empinei minha bunda para Emm, sim, aquilo fazia parte de nossa linguagem corporal e significava ‘me come, logo’.
Edward guiava os movimentos de minha boca em seu pau, segurando minha cabeça, mas desistiu de vez quando percebeu que quando se tratava da sua picanha, ela estava segura e feliz na minha boca. Emm se esfregando em mim mostrava que também era especialista em me enlouquecer, uma de suas mãos se alternava em meus seios, a outra massageava meu clitóris que já deveria estar bastante inchado, e ele ainda achava pouco, porque a sua ‘anaconda’ roçava na minha outra entradinha. No meu Ed eu chupava com vigor, beijava devagar a cabecinha e acariciava as bolas alternando os ritmos, mas quase perdei a noção de tudo quando Emm afastou mais as minhas pernas e senti meu membro enorme me penetrar.
- Aaahhh... – gemi no pau de Ed enquanto a anaconda entrava devagar na minha boceta.
Emm urrou e começou a estocar forte, segurando com firmeza nos meus quadris, me empurrando para frente e para trás e me fazendo chupar o meu Ed na mesma sincronia e intensidade com que ele metia em mim.
Quando em pensei que as coisas já estavam perfeitas, ficaram ainda melhores quando senti meu interior latejar, o Ed ficar mais duro e a ‘anaconda’ ser engolida por mim... tudo isso de uma vez! Vi estrelas ao mesmo tempo em que bebia o mel de Edward e sentia Emmett se derramando dentro de mim, era tanto mel que escorria por minhas pernas.
E em meio a isso tudo, quando meu corpo só sentia prazer e satisfação, meu coração sentia amor, muito amor, porque claramente ouvi o sussurro abafado me meus amores enquanto gozavam... Bella... foi tudo o que disseram.
- Amo vocês. – falei quase sem fôlego, quando consegui, finalmente estabilizar a respiração.
Dessa vez estávamos exaustos mesmo e ficamos jogados no sofá trocando sorrisos bobos e pequenas carícias. Até que nossos estômagos roncaram e desatamos a rir.
- Que fome, eu comeria um boi inteiro. – murmurei.
Ed pegou o telefone e pediu o jantar no quarto, enquanto isso, tomamos uma chuveirada rápida. De barriga cheia, depois de nos saciar com uma salada muito gostosa, vinho branco e filé de linguado, começamos a reparar na beleza daquela suíte. Porque até então, tudo o que o tesão tinha me deixado ver foi aquele sofá!
A cama era enorme, exatamente como eu tinha pedido: uma super king size e nela já havia três travesseiros. Exaustos, escovamos os dentes, vesti uma camisola preta e curta, meus maridos vestiram apenas o short de seus pijamas e num beijinho de boa noite desabamos na cama, eu dormindo no meio... nós três abraçadinhos em conchinha.
Já que dormimos cedo, no dia seguinte quando chegamos ao restaurante do hotel para tomar o café da manhã, pudemos escolher uma boa mesa com uma vista bonita para algum lado da Big Apple. Enquanto comíamos e nos acarinhávamos, eu repensava nosso roteiro para aqueles dias e me remexia em dúvidas porque NY não é uma cidade qualquer.
Estávamos numa das capitais culturais do mundo e eram tantas as atrações, que eu tinha escrito na agenda as opções de roteiro para aqueles dias de verão. Passava das nove da manhã quando, vestindo roupas leves, com câmera na mão... passando recibo de turista... ganhamos as ruas da cidade e fomos logo andar de metrô. Com aquele trânsito doido, enfrentar ônibus ou taxi não era nada animador! Achamos uma estação, descemos aqueles degraus apinhados de gente e conseguimos um mapa da cidade no mesmo guichê onde compramos um tipo de bilhete que serviria para todos os dias, podendo ser usado ilimitadamente.
Nós três nos sentamos num banco e começamos a olhar o mapa, com medo de nos perdermos ou tomar a direção inversa.
- Bebê... - Emm sussurrou.
- Hum? - resmunguei sem tirar os olhos do papel.
- To me sentindo uma toupeira aqui, debaixo da terra.
HAHAHAHA
Ele falou de um jeitinho tão engraçado, parecendo criança boba, que eu e Ed começamos a rir. Acariciei o rosto de meu anjinho com ambas as mãos e lhe dei um selinho.
- Ok, amor, nós vamos sair do buraco! – falei fazendo graça – E agora me diga, - estendi o mapa para ele – para onde vamos?
- Hum... – foi tudo o que ele falou enquanto pegava no pedaço de papel, franzia a testa e fazia um biquinho fofo.
- Essa cidade tem tantas galerias de arte, museus, teatros... bairros interessantes... é muita coisa mesmo! Uma pessoa viveria aqui por anos e anos e jamais enjoaria do lugar – Ed falava completamente fascinado.
- O quê? – provoquei – Vai me dizer que NY está disputando lugar em seu coração com Paradise?
- Claro que não, princesa! – ele franziu a testa e me deu um beijinho rápido – Meu coração só tem espaço para você e nossa ilha!
- JÁ SEI! – a voz de Emm subiu umas oitavas - A taxista ontem falou que do hotel até o Central Park era apenas um quarteirão. Vamos pra lá?
- Ok. – sussurrei.
De volta as ruas e com o mapa na mão não foi difícil achar o parque. Difícil mesmo foi seguir a marcha dos nova-iorquinos e atravessar aquelas ruas malucas! Mas vimos tanta gente bizarra e estranha, um povo tão cosmopolita e cheio de misturas, que o fato de eu estar abraçada a dois homens lindos e nós três usarmos aliança na mão esquerda, não causava alvoroço em ninguém. Não que eu tenha percebido...
Mesmo assim, aquele ritmo da cidade era alvoroçado demais para mim!
- Não, amor! – falei pra Ed – Não tinha como eu viver numa cidade dessas! Eu não trocaria nossa ilha por nada disso... passear é bom, viver aqui deve ser enervante...
- Nem eu, falei brincando! – ele sorriu torto e beijou meus cabelos.
- Bebê, eu adoro quando você diz ‘nossa ilha’. – Emm sussurrou.
Quando chegamos ao Central Park nos encantamos!
Aquele lugar mais parecia um imenso jardim bem no meio da ilha de Manhattan e mesmo sendo um dia de semana, tinha muita gente por lá. Começamos a andar meio que sem destino, parando onde queríamos, tirando fotos bobas nossas, tomando sorvete feito crianças e quando chegou perto da hora do almoço, percebi que muitas pessoas faziam dos bancos do parque o local de suas refeições. Sem cerimônia, compramos cachorro quente e coca-cola e almoçamos ali mesmo e de sobremesa tomamos sorvete italiano que um cara vendia numa barraquinha numa das esquinas do parque.
A tarde estava preguiçosa e o verão nos convidava a procurar a sombra de uma árvore amiga, assim, passamos a o resto da tarde preguiçando, falando das belezas do parque e da beleza de nossas vidas. Nos corações transbordavam não só de paixão, mas também de alegria pela formatura e de ansiedade com a mudança para Portland onde faríamos pós-graduação. Depois seguiríamos para Paradise...
Naqueles dias preguiçosos em NY passávamos e repassávamos os planos de nossas vidas. E que ninguém se engane, nunca nos enganamos a respeito das adversidades que o nosso estilo de vida nos traria, mas nunca nos esquecemos da força de nosso amor a três.
À noite, aceitamos a sugestão de um dos funcionários do hotel e fomos ao Bronx, jantar na Salvatore, uma cantina italiana muito tradicional na cidade. Chamamos um taxi e menos de meia hora depois fomos recebidos por Giovanna Salvatore, a host e filha dos donos da cantina, ela até que era simpática e poderia ter sido melhor se não tivesse ficado de olho nos meus maridos. Mas deixei passar, afinal, ela só fez olhar! O chef da casa nos sugeriu deliciosos pratos e uma sobremesa divina feita com pistache e sorvete de baunilha. O vinho, um Barolo Chinato, como ele fez questão de destacar, era espumante e levemente encorpado, seu cheiro lembrava frutas e ervas aromáticas, uma delícia...
Fiquei tão encantada com o vinho que Edward, antes de fechar a conta, decidiu comprar uma garrafa para levarmos para o hotel.
- Se estamos de férias... – ele resmungou.
- Vamos beber... – Emm terminou a frase.
No taxi, a volta para casa foi difícil, poderíamos colocar a culpa no vinho, mas devo admitir que a nossa pegação a três teria deixado o motorista constrangido, mas... seguramos o tesão e o máximo que eu fiz foi beijar meus maridos, um de cada vez!
Pedimos ao serviço de quarto que mandassem morangos e chocolates e junto com aquela garrafa de vinho, foram os nossos acompanhamentos para uma deliciosa noite de amor que só terminou quando os primeiros raios da manhã clareavam a cidade.
Para nossa surpresa, acordamos chapados pouco antes do meio dia!
Ah, mas a alegria era tão grande! E afinal, estávamos de férias, não é?
Perdemos a hora do café da manhã do hotel e seguimos para um bistrô simpático do outro lado da rua onde fizemos um brunch naquela ensolarada quarta-feira. Depois seguimos para Chinatown, o bairro chinês da cidade... também conhecido como o bairro da pirataria. Mas não fomos fazer compras! Só queríamos conhecer o lugar e acabamos ficando de queixo caído com a quantidade de imitações de marcas famosas como Dolce e Gabana, Louis Vultton, Gucci... Achei bizarro aquele pedacinho da China, velhinhos de olhos puxados, restaurantes onde serviam pato caramelizado (embora eu nunca tivesse coragem de comer um patinho), placas de lojas escritas em mandarim... e muitos, muitos turistas!
Ao final do dia, pegamos o metrô e de volta às redondezas do hotel, jantamos num restaurantezinho que servia churrasco grego, onde nos esbaldamos com os pedacinhos de carne. Depois seguimos a pé para o hotel e, depois do amor, dormimos o sono dos justos.
O resto dos dias foi para conhecer tantos outros lugares objeto de nosso desejo e curiosidade, as horas pareciam gotas de ouro que eu não queria desperdiçar. Fomos à Estátua da Liberdade e lá ficamos sabendo que seu nome verdadeiro era ‘A Liberdade Iluminando o Mundo’ e nesse mesmo dia aproveitamos a parada em Ellis Island para conhecer o museu dos imigrantes. À noite fomos ver a vista da cidade no alto dos 102 andares do Empire Stare, embora NY tivesse arranha-céus bem maiores, aquele prédio histórico, datado de 1931, era charmoso e austero.
No dia seguinte, fiz suspense, chamei um táxi e pedi que nos levasse à 34th St, lá havia um heliporto, mas meus maridos ainda não sabiam disso.
- Para onde vamos, bebê? – Emm perguntou todo curioso.
- Para o céu... – sorri e mordi o lábio inferior, sim, eu estava nervosa.
- Hum... – Ed se inclinou e sussurrou ao meu ouvido - Como ontem à noite, quando você gemeu nossos nomes?
Juro que nunca serei imune àquela voz deliciosa e aveludada. Fechei os olhos e por segundos me lembrei das delícias da noite passada, engoli em seco antes de responder.
- Talvez o céu seja um pouquinho diferente agora...
- UAU, BELLA! – meus maridos disseram em coro quando viram o helicóptero à nossa espera.
Piloto e co-piloto foram super atenciosos conosco e o voo de 10 minutos sobre a ilha de Manhattan, o Brooklin e a sua famosa ponte, construída em 1883, o rio Hudson e tantos outros lugares se converteu num lindo passeio.
- Amor, que surpresa incrível! – Edward estava eufórico quando saímos da aeronave.
- Helicóptero é muito foda! – Emmett sorria de orelha a orelha – Eu que sempre me achei pregado ao mar, to me sentindo pregado ao céu também!
Na mesma tarde fomos ao Rockfeller Center, onde almoçamos num restaurante árabe muito charmoso e nos deliciamos com o prato de cordeiro com ervas e cuscuz marroquino.
Dentre tantos lugares que ainda visitamos, South Street Seaport fez os olhinhos de meus maridos brilharem... Suspirei orgulhosa, sim, eles são mesmo do mar! Passamos um dia inteirinho naquela região histórica da cidade onde no século XIX, famílias de capitães, pescadores e marinheiros criaram uma espécie de centro comercial. Somente em 1970 a área foi restaurada, ganhando restaurantes e lojas no Píer 17. Depois do almoço seguimos para o Píer 16 que abriga o Museu Naval, onde estão atracados navios históricos, nem preciso dizer que batemos perna nos principais deles.
NY estava mexendo demais conosco, tudo era diferente, um convite ao novo! Passávamos os dias nos maravilhando com as coisas pitorescas daquela cidade e as noites eram reservadas para desfrutarmos das delícias de nossos corpos. Porque mesmo NY sendo um lugar tão fantástico, nada, nada era tão gostoso que me entregar aos meus maridos, gemer de prazer, unir nossos corpos com a luxúria de nossa paixão, unir nossas almas com a beleza de nosso amor.
Ah, não podíamos estar em NY e não ir conhecer o Museu de História Natural! Passamos dois dias para percorrer os quatro quarteirões daquele lugar, com suas salas de dinossauros, biodiversidade, meteoros, pedras preciosas...
Finalmente chegou a noite do show da Adele e nos divertimos muito, abraçadinha aos meus maridos curti uma noite muito romântica, sendo paparicada por eles ao som da diva. Como o Carnegie Hall ficava a 15 minutos do hotel, fomos e voltamos a pé, a noite de verão estava agradável e na cidade que nunca dorme, passava das duas da manhã quando voltamos ao hotel.
Eu até poderia estar cansada, mas estava na verdade elétrica e muito, muito mal intencionada. Depois que meus maridos já tinha tomado banho, vestiram seus pijamas e me esperavam pacientemente na cama, entrei no banheiro com minha bagagem de mão. Tomei um banho relaxante, espalhei hidratante com cheiro suave de jasmim pelo corpo, soltei os cabelos, vesti uma camisolinha curta e preta, toda em tule transparente, fazendo conjunto com o fio dental, calcei saltos altíssimos prateados, respirei fundo... e sai...
Não falei nada, mas escutei quando Emm falou surpreso: ‘porra’.
Fui até o som do quarto e sintonizei numa estação de baladas românticas. Quando me virei, meus maridos já estavam mais despertos na cama, seus olhos fixados em mim... Respirei fundo, senti meu rosto esquentar... Não me deixei intimidar... Comecei a dançar conforme a balada lenta, me insinuando, me oferecendo, chamando-os para mim... Não demorou muito para eu ter meus dois homens se esfregando em mim, me acariciando por todos os lados, empurrando seus mastros duros contra meu corpo. Beijando Edward, nossas línguas se fundindo numa coisa só, fui guiada para a cama por ele. Emmett nos seguiu e tirou os saltos que eu usava, depois, quando eu já estava sobre Edward, uma perna de cada lado de seu corpo. Emm tirou minha camisola e ajoelhado na cama, me abraçando por trás, começou a acariciar meus seios e meus cabelos, enquanto sua boca se perdia no meu pescoço. Somente de calcinha, eu me esfregava no pau de Edward, deitada sobre ele, beijando seus lábios deliciosos, totalmente empinada para Emmett que esfregava sua anaconda na minha outra entradinha.
Não demorou muito para que meus maridos, num acesso de tesão, rasgarem minha calcinha... sorri de satisfação ao constatar que eles eram meus, que ambos me desejavam e iam à loucura somente por mim. Edward nos sentou na cama e capturou mais uma vez os meus lábios num beijo calmo e profundo, quando o ar nos faltou foi a vez de Emmett me colocar em seu colo. Com uma perna de cada lado do corpo do meu marido, gritei de prazer quando constatei sua nudez e sua anaconda apontando alto... para mim! Não pensei duas vezes, agi por puro instinto... sedenta de prazer, sentei no seu pau enorme, rebolei, revirei os olhos...
- Aaahhh... delícia...
Eu nunca iria me acostumar com a pauderência da anaconda, ela era tããão enorme, mas entrava tão macia e gostosa dentro de mim, que eu só podia pensar que tinha sido feita especialmente para mim.
- Gostosa, porra... Bella... – Emm gemia palavras soltas enquanto eu rebolava pra frente e pra trás, pra cima e pra baixo.
Olhei por sobre o ombro e Edward já estava com o Theo apontado para mim, ele entendeu meu olhar e se aproximou, nos beijamos com urgência. Empinei mais o meu corpo e depois de um gelzinho molhado, uma DP maravilhosa! Nossa sincronia era perfeita, nossos gemidos se alternavam, meu coração parecia que ia explodir... era muita delícia de uma vez! Edward bombava pra dentro de mim naquele balé gostoso em que eu rebolava para Emmett, fazendo seu membro tocar o mais fundo possível de meu sexo, até que senti meus homens mais duros dentro de mim e meu interior se contrair como uma explosão de estrelas!
Em meio a gemidos abafados, nos deixamos cair na cama depois do prazer! Envolta numa bolha só minha, ladeada por meus maridos, fiquei contemplando a cor do teto... totalmente absorta naquele branco gelo até que me senti recuperar as forças!
Ainda brincamos muito por horas, eu não poderia passar sem falar com o Theo, dar uns beijinhos e chupões nele, fazê-lo se derramar em minha boca. Mas a minha anaconda poderia ficar com ciúmes, não é? Então brinquei com ela com o mesmo carinho e tesão! Meus maridos beijaram meu corpo de várias formas, seus lábios se alternaram em me amar e beber de meu suco... Luxúria, amor, felicidade...
Não reparei na hora em que fomos dormir, mas o sol já brilhava forte lá fora. Acordei sobressaltada, pensando que tínhamos perdido a hora do vôo de volta para casa, mas por sorte ainda dava tempo. Meus amores ainda dormiam e em seus rostos o sorrisinho gostoso ainda estava estampado. Eu olhava para eles maravilhada, encantada, como uma esposa apaixonada que sabe que já encontrou seu lugar no mundo. Com cuidado, para não despertá-los, afaguei seus rostos ao mesmo tempo e sussurrei.
- Paradise... vocês são meu paraíso...