Fonte
*POV JASPER*
“Tudo está indo bem ... Não se preocupem, tudo vai dar certo”
Essa era a ladainha que sempre entoávamos para Edward e Bella a cada conversa trocada pelo celular. Mas a verdade era outra.
A verdade é que tudo o que tínhamos conseguido até agora foi correr de um lado para o outro, atravessando o país de leste a oeste e de norte a sul, procurando provas, investigando fatos insubsistentes e interrogando pessoas que não sabiam de porra nenhuma do Caso Volturi.
Algumas dezenas de deputados, meia dúzia de senadores, dois ex-presidentes, funcionários públicos civis e militares do mais alto escalão do governo dos Estados Unidos ... Família Volturi ... Todos esses filhos da puta estavam passando a perna em mim, Alice, Rose e Emmett. Pior do que isso: eles roubaram tudo de Bella e Edward. Anthony e Thomas, que mal acabaram de nascer, são as mais recentes vítimas desse bando de urubus.
Além de ser difícil para eu, como agente do FBI, admitir o desmantelo dessa operação, é difícil para o Jasper-amigo não poder fazer muita coisa para ajudar os Cullen. Do jeito que a coisa está, vai chegar o dia que M não vai poder segurar o sigilo dessa operação por muito tempo. Zafrina Miller também sentirá a mesma dificuldade. Tanto o FBI quanto o Marshall’s Service precisam ver o resultado do nosso trabalho ...
Passados oito meses do início dessa investigação, o resultado foi pequeno. Argh! Dá vontade de bater com a cabeça em quina de parede para ver se alguma boa idéia surge!
Mas não posso nos culpar ... O FBI tem feito o melhor, bom, pelo menos nós quatro temos feito o nosso melhor. Está faltando algo ... É como se eu estivesse prestes a desvendar um quebra-cabeça complexo, e quando estou quase lá ... KABRUM! Os Volturi viram fumaça, desaparecem do mapa.
Há dias que eu não durmo bem, e agora que os gêmeos nasceram eu ando mais tenso ainda. Não são meus filhos, não são minha família, mas eu os amo! E como se não bastassem minhas frustrações profissionais sobre o Caso Volturi, há também o meu envolvimento pessoal nisso tudo. Sentado na varanda de meu apartamento em Washington D.C., eu estava vendo o sol nascer enquanto pensava com meus botões. Desde as três da manhã que eu não conseguia pregar os olhos, me revirei na cama várias vezes e conclui que acabaria acordando Alice. Levantei da cadeira onde fiquei sentado por não sei quanto tempo e contemplei o milagre do nascimento de mais um dia ... “Deus, me dá uma luz”, minha prece matinal foi interrompida por um par de mãos macias e quentes que me abraçaram por trás.
- Bom dia, Jazz. – Alice beijou minhas costas – Fugiu de meus roncos?
Virei meu corpo para poder ver minha doce fadinha.
- Você não ronca, baby. – me inclinei e lhe dei um selinho – Bom dia.
Suas mãos envolveram meu rosto, ela deve ter percebido minha preocupação.
- Quem sabe as coisas não começam a melhorar?
- Quem sabe? – murmurei e desfiz nosso abraço – Vou até a portaria para ver se o jornal chegou.
- Vou fazer ovos mexidos com queijo pra nós.
Alice se dirigiu à cozinha enquanto eu vestia uma camiseta e calçava uns chinelos. Já na portaria, peguei o jornal e aproveitei para abrir a minha caixa de correspondências, as contas já deveriam estar se acumulando ... Como imaginei, peguei um maço de envelopes brancos, amarelos, azuis ... Juntei tudo com o jornal e já de volta ao apartamento, deixei-as num canto da estante. O cheiro bom de comida me levou à cozinha, eu e Alice tomamos o café sem trocar muitas palavras. Rapidamente, ela se levantou e disse que tinha muita roupa suja para pôr na máquina e mandou que eu lavasse a louça, já que eu tinha me esquecido de comprar ‘aquela lavadora de louça que estava na promoção’. Como aqui em casa, a última palavra é sempre minha, eu murmurei um “Ok, baby”.
Após minha atividade doméstica, peguei o jornal e as correspondências. Resolvi começar por essas últimas: conta de telefone, gás, energia elétrica, condomínio, despesas de hospedagem do Asilo Santa Edwiges, conta ... DESPESA? ... ASILO?
Que porra é essa?
Peguei o boleto bancário novamente.
Instituição: Asilo St. Edwiges, Essex, Maryland.
Despesas referentes ao primeiro semestre de 2010: U$ 18.000,00
Responsável Financeiro: Jasper William Mansen
Beneficiário: Terence J. M. Feldman
Observação: Não poderemos arcar com as despesas de seu tio por muito mais tempo. Entre em contato conosco! Juntos, conseguiremos uma solução. Lembre-se que seu débito poderá ser quitado em até seis parcelas.
Aquilo fazia e não fazia sentido, ao mesmo tempo ... Eu não tinha nenhum parente vivendo num asilo em Maryland! Mas aquele nome Terence J. M. Feldman ... sim, aquele nome não me era estranho ...
Pensa, Jasper, pensa ...
Peguei o telefone e disquei o número de casa sem nem me importar com o fuso-horário na costa oeste. O telefone tocou várias vezes antes de papai atender.
- Alô? – sua voz estava sonolenta.
- Oi, pai, sou eu ...
- Jasper?! Filho, aconteceu algo com você ou com Rose?
- Calma, pai. – fiz uma pausa – Desculpe ter ligado tão cedo, estamos todos bem. Ok?
Ele respirou profundamente antes de responder.
- Ok.
- Eu só preciso de sua ajuda ... preciso de suas memórias ...
- Fale sem rodeios, filho. – o tom severo em sua voz indicou que ele já estava totalmente desperto.
- Você se lembra daquele seu professor da academia do FBI, o TJ?
- Sim, por quê?
- Qual o nome completo dele, pai?
- Ele se chamava Terence Feldman.
Peguei uma caneta e anotei naquele boleto bancário o nome que papai me deu e depois a ficha caiu.
- Ele se chamava ... ?
- Sim, Jazz ... TJ morreu há oito anos.
- Ok, pai. Valeu pela informação, vou nessa. Um beijo para o senhor e outro para mamãe.
- Um beijo para você e outro para Rose.
Após me despedir de papai, fiquei segurando o papel por um bom tempo. Se TJ estava morto, quem era o velho do asilo? E o mais importante, por que diabos alguém me fez responsável financeiro do velho? Quando consegui me mexer, liguei o computador e pesquisei o nome ‘Terence Feldman’ no site do FBI, encontrei uma mini biografia dele, nada de muito interessante. Tornei a ligar para papai, dessa vez liguei para seu celular.
- Oi Jazz! – ele atendeu no primeiro toque.
- Pai, não achei muita coisa, só o de sempre.
- Jasper, porque o interesse em TJ?
- Pai, se você não está no escritório, vá para lá e feche a porta.
Ele entendeu meu comando e fez o que pedi. Se meu pai fosse um cara qualquer, eu não lhe contaria sobre a carta. Mas Franklin William Mansen, além de meu pai, foi um dos maiores agentes que o FBI já teve. Sem contar que ele é honesto, sei que posso confiar nele. Rapidamente fiz um resumo do andamento das investigações do Caso Volturi e disse a papai que precisava saber tudo sobre Terence Feldman.
- Terence Jeremy Manfred Feldman nasceu em Sacramento, Califórnia, em 1940. Depois de se formar pela Universidade do Arizona, ele trabalhou para Adam Nicolas Royce, deputado pelo estado do Texas e um dos membros mais influentes do Partido Conservador. Desde seu primeiro contato com os King, TJ que sempre foi Conservador, trabalhou por vários anos nas campanhas eleitorais dos King. Alguns anos depois, quando Adam ganhou a eleição para senador, TJ se mudou para Washington D.C.
Enquanto papai falava, eu anotava os dados mais importantes.
- Em 1968, TJ ingressou na George Washington Law School, onde estudou Direito no período noturno. Nesse mesmo ano, uma carta de recomendação do senador Adam King, fez com que TJ entrasse para a Academia do FBI. Após seu curso de formação, TJ trabalhou em vários escritórios de campo do FBI antes de ser nomeado Chefe da Divisão de Investigações em 1980. Você está me acompanhando, filho?
- Pai, ele entrou no FBI por indicação política? – fiquei surpreso com essa revelação.
- Sim, naquela época os concursos públicos não eram obrigatórios ...
- Suponho, então, que TJ deveria ter uma grande estima pelos King, não é?
- Sim, de fato, TJ era um amigo da família King.
- Como foi que ele morreu?
- Após a trágica morte de seu filho ... Não sei se já comentei com você, mas o filho único de TJ se matou com uma bala no peito. – papai fez uma longa pausa – Ele usou a arma do pai ... O garoto tinha apenas 23 anos, isso acabou com TJ. Três anos depois, o carro que dirigia capotou várias vezes e ele caiu de um despenhadeiro dos Montes Apalaches. Foi horrível ... quem viu, disse que a explosão do veículo foi intensa, o corpo ficou carbonizado ...
- Fizeram a identificação do corpo?
- Foi um acidente, não um assassinato ... Jasper por que o interesse repentino em TJ, isso tem algo a ver com a investigação?
- Talvez, papai. – respirei fundo – Por hora é só o que posso te dizer ... Bom, preciso desligar agora. – de repente, senti a necessidade de pedir-lhe uma coisa – Pai?
- Sim, filho ...
- Dê-me sua benção ... ando muito desencorajado e ...
- Que Deus te abençoe, meu filho.
Encerrada a ligação, eu reli várias vezes as anotações que fiz. TJ era Conservador, amigo da família King, agente do FBI, morreu ... ou não morreu? Só tinha um jeito de eu descobrir isso, pesquisei num mapa on-line e vi que Essex, em Maryland, ficava a menos de duas horas de Washington. Eu poderia ir lá e averiguar se havia asilo, velhinho e uma dívida ... Mas e se fosse uma cilada?
Pensa, Jasper ...
Após alguns minutos de intensa reflexão, me percebi com o cubo mágico nas mãos (sinceramente, isso já é TOC), e deduzi que aquilo não era uma cilada. Bom, eu esperava que não ... A investigação ainda era sigilosa, eu, Alice, Rose e Emmett não estávamos implicados ao Caso Volturi, oficialmente, nem havia ‘Caso Volturi’. Talvez eu estivesse paranóico. Talvez aquilo fosse um mal entendido e houvesse em algum lugar, um velhinho esperando pela ajuda de seu sobrinho. Mas por que o velhinho tinha que ser homônimo do TJ? Era muita coincidência ...
- Baby ... – chamei alto o suficiente para que Alice pudesse me ouvir.
- Oooiiii? – ela gritou de volta.
Levantei do sofá e fui até a área de serviço onde Alice ainda colocava roupas para lavar.
- Baby, precisamos visitar o ‘tio’Terence hoje.
- Tio? Que tio? – ela se virou para mim e mostrou–se surpresa.
Puxei Alice pela mão e voltamos à sala, mostrei-lhe a carta do asilo e detalhei a conversa com papai. Enquanto falava, Alice franzia a testa, arregalava os olhos e assentia. Achei que ela estava acompanhando meu raciocínio.
- Que tal um disfarce? – ela propôs.
- O que você sugere?
- Vamos parecer um casal comum, vamos levar frutas e flores para o velhinho ... Vamos fingir realmente que somos seus parentes.
- Será que devemos ligar para M? – pensei alto.
- Jasper, o que diríamos a ele? Não há informação concreta para ...
- Mas Alice, TJ poderia estar vivo!
- Se ele estivesse vivo e quisesse falar com M, mandaria a carta para ele. – ela arqueou as sobrancelhas e sorriu levemente.
- Você acha mesmo que devemos ir?
- É uma pista, não é? Jazz, estamos tão empacados que ‘pior que tá, não fica’. (n/a: ashuashuashua eu tinha que parafrasear o Tiririca)
Em menos de uma hora já estávamos na estrada, rumo a Essex. Mas antes de sair de casa, telefonei para Emmett e contei-lhe o que iríamos fazer, ele e Rose nos desejaram sorte e nos recomendaram MUITO cuidado. Passamos num supermercado, compramos uma cesta com pães e biscoitos, compramos frutas e flores. Nosso disfarce estava pronto.
Já em Essex, constatei que na rua onde deveria estar o Asilo Sta. Edwiges, só tinha residências. Ainda dei algumas voltas pelo quarteirão, parei num posto de gasolina e perguntei a um cara se ele sabia onde ficava o asilo. Ele me disse que havia um asilo do outro lado da cidade, mas o nome era outro, Casa de Repouso Dr. Simon Kelly. Decidi voltar ao endereço indicado na carta, constatei que o número do imóvel realmente existia, era uma pequena casa amarela com portas e janelas brancas.
- Alice, eu vou até lá e pergunto se Terence Jeremy está ... você fica no carro ...
- Nada disso! – ela sentenciou.
- Baby, por favor! – falei exasperado – Se você vier, esteja preparada.
- Ok.
O disfarce da cesta com pães, frutas e etc ficou no carro, afinal já não havia asilo algum. Estávamos atentos a qualquer coisa, minha mão estava no coldre da arma (por baixo da jaqueta), Alice segurava sua pistola envolta em seu blazer. Toquei a campanhia, um homem alto, forte, de cabelos grisalhos e que me fez lembrar o Clint Eastwood, abriu a porta e nos deu um meio sorriso.
- Não atirem no ‘tio Terence’. – ele falou zombeteiro.
Arqueei as sobrancelhas e ele nos convidou a entrar enquanto falava.
- Sim, Jasper, eu sou o TJ. A propósito, você está a cara do seu pai quando tinha a sua idade. – ele olhou para Alice de cima a baixo – É um prazer conhecê-la, agente Brandon.
- O senhor me conhece? – ela perguntou.
- Sim! – ele sorriu – Por favor, sentem-se.
Ele nos guiou até a sala, eu Alice sentamos juntos num sofá, enquanto ele sentou numa poltrona de frente para nós. Eu não relaxei nem um minuto sequer e de repente comecei a me arrepender de ter ido até lá.
- Vocês devem estar se perguntando se eu morri ou não, não é? - assentimos com a cabeça – Bem, digamos que eu quis fazer com que todos pensassem assim. Relaxem ... – ele se estirou na cadeira e cruzou as mãos atrás da cabeça – Vou lhes contar tudo o que sei sobre ...
- O que o senhor sabe? – perguntei exasperado.
- Eu sei tudo.
- Resposta errada, TJ, por favor seja específico.
- Eu sei como dirigir o Caso Volturi.
Tentei manter o sangue frio, aquilo poderia ser um blefe.
- Do que o senhor está falando? – fiz cara de paisagem.
- Não vamos perder tempo, Jasper Mansen. – ele sorriu presunçoso – A essa altura do campeonato, os King e os Volturi deveriam estar com o cú na mão, SE essa investigação estivesse no rumo certo. Mas não está.
Eu e Alice nos olhamos assombrados. Quem era aquele homem que parecia ser ‘o sabe-tudo’?
- Eu tenho uma proposta a lhes fazer. - o homem atraiu nossa atenção novamente – Cooperação.
- Hãn? Ficou maluco, o senhor não é mais um agente do FBI. – falei exasperado.
- Cooperação extra-oficial, Mansen. – ele falou calmamente – Juntos, poderemos pôr aqueles canalhas atrás das grades.
- Qual o seu interesse nisso tudo? – Alice inquiriu.
- Primeiro, vamos falar dos seus interesses. – ele arqueou uma sobrancelha, assumindo um semblante sombrio – A pequena Mary Alice ainda chora no meio da noite ... ela está sozinha, assustada, com frio, muito frio ... Tudo o que ela mais queria nesse mundo era a sua família de volta ... Mas seu papai e sua mamãe se foram, morreram afogados ...
De repente, me livrei da letargia. Num átimo me levantei e puxei o velho pela gola da camisa.
- Cale a boca, seu miserável. – rosnei.
- Sim, a menininha viu tudo. Viu quando as águas transbordantes do rio Galveston arrastavam os corpos de sua família depois daquele terrível furacão. – ele falava com a voz sufocada – É isso, não é, Alice? Você quer salvar o Cullen e a Swan ... Daí, quem sabe, os pesadelos irão cessar ...
- Jazz, solte-o, por favor. – Alice falou com a voz embargada.
O velho ajeitou a gola da camisa, deu uma gentil tapinha em meu ombro e voltou a sentar na poltrona.
- Desculpe por isso, Alice. – ele falou afetuosamente – Eu só queria desmanchar essa arrogância típica dos jovens que estava estampada nos rostos de vocês. Também queria provar que eu sei tudo. Pois bem, onde estávamos? Ah! Sim, meu objetivo, acima de tudo é vingança ...
- Contra quem? – perguntei.
- Os King. Direi meus motivos daqui a pouco. Antes preciso saber se aceitam a cooperação.
- E se aceitarmos? – me inclinei um pouco para frente.
- Terão que aceitar meus termos.
- Que são?
- Eu continuo morto, M não pode saber sobre mim. Quando o julgamento começar, vou querer testemunhar e ...
- Mas o senhor seria preso por forjar a própria morte. – Alice sussurrou.
- NÃO! – ele se inclinou em nossa direção – Quando a casa cair para os King e os Volturi, vocês vão conseguir um acordo com a justiça para mim. Meu testemunho em troca de minha liberdade. Mas talvez eu nem precise disso, se tiver como provar que os King estavam tentando me matar. Foi por isso que ‘me matei’ antes.
- Sim, isso parece razoável. – falei - É só isso?
- Preciso saber qual o grau de envolvimentos de vocês com o Cullen e a Swan.
- Co-como assim? – Alice gaguejou.
- Ah, não! Jesus Cristo! Vocês ficaram amigos, não foi? – ele sorriu sarcasticamente e fechou os olhos – Deixe-me ver, já imagino a cena toda ... A pobre Swan e o ingênuo Cullen, dois jovens órfãos amedrontados, sim. Devem ser pessoas cativantes mesmo, imagino que vocês ficaram de corações partidos quando os encontraram após o velório de seus pais. – ele abriu os olhos e nos encarou – Isso não é hora de fazer uma social. Vocês são agentes do FBI e estão envolvidos na missão mais importante de suas vidas ... Deixem o Cullen e a Swan nas mãos de Zafrina Miller, afinal eles já estão no programa de proteção a testemunhas, não é?
Assenti feito um idiota, as palavras haviam fugido de minha boca.
- Quando o senhor diz ‘deixem o Cullen e a Swan’ ... – Alice ia perguntar, mas o homem a interrompeu.
- Eu digo: nada de contato com as testemunhas. – ele falou categórico – Isso é um risco para vocês, para a investigação e principalmente para eles.
Percebi quando Alice arfou.
- Eu sei tudo, mas não sou adivinho. Não sei onde o Cullen e a Swan estão, mas sei que vocês criaram um forte vínculo com eles. Se afastem.
- Ma-mas precisamos falar com eles uma última vez. – Alice choramingou – Para avisar que vamos nos falar menos.
- Sim, liguem para eles assim que possível e digam em linhas gerais que terão que se afastar. Inventem uma desculpa qualquer.
- O senhor fala como se já tivéssemos aceitado sua ajuda.
- Ah! Mas vocês já aceitaram ... vocês não tem escolha. - o velho sorriu triunfante e continuou - Jasper? Pegue o gravador ... tenho muito a dizer.
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NOTAS FINAIS DO CAPÍTULO
Olá, meus amores =]
Eu só tenho a agradecer a todas pelo carinho e pela atenção de vocês. Mas peço que deixem seus comentários aqui ou no http://twitter.com/annablue26 só p/ eu saber o q estão achando da fic. Devo postar novo cap na terça dia 12.
Bjs e até lá
P.S. Vamos torcer p/ que eu possa voltar ao nyah no dia 17/10 8)