SIM! SIM! SIM!
POV EDWARD
Depois que Bella chegou ao nosso apartamento de maneira bastante intempestiva, eu e Emm ficamos muito preocupados, mas apesar de suas lágrimas, ela parecia bem.
A cada palavra que ela proferia, meu desejo de ir atrás desse tal de Jacob Black só fazia aumentar, eu queria socar a cara daquele filho da puta até ele perder a consciência. Pelo olhar de Emm, eu sabia que ele sentia o mesmo, mas Bella nos fez prometer que deixaríamos o assunto quieto.
- O que mais me preocupa agora é você, princesa... – falei baixinho enquanto acariciava o seu rosto – Não quero que o seu emocional fique mais abalado do que já está.
Emmett abraçou seu pequeno corpo, aninhando-a em seu peito e cheirou seus cabelos.
- Durma aqui esta noite, bebê. – ele falou – Eu não quero que você fique sozinha naquele alojamento.
- Emm, eu não vou estar sozinha. – ela corrigiu – Mas aceito o convite porque tudo o que eu quero é ficar com vocês!
Meu coração bateu acelerado e eu sorri para ela que nos abraçou ao mesmo tempo e sorriu contra a minha pele.
- Vocês são os homens da minha vida. – sua voz doce era como música nos meus ouvidos.
Bella se levantou do colo de Emm e de repente parecia menos triste.
- Preciso de um banho!
Cerca de dez minutos depois, Bella vestia uma cueca samba canção minha e uma camiseta de Emm, mas nela a camiseta ficou parecendo um vestido. A refeição transcorreu de uma forma agradável e sempre entre garfadas e carinhos, nossa mulher parecia se recompor do triste incidente da tarde. Quando ela notou meus olhares questionadores, pareceu ler meus pensamentos.
- Fique sossegado, Ed. – ela entrelaçou nossas mãos – Eu não vou surtar. – sua outra mão se entrelaçou na de Emm – É preciso mais do que isso para me fazer pirar. Sendo filha de quem sou, eu descobri que não tenho um ‘ponto de ruptura’, caso contrário, eu já teria me partido há muito tempo atrás.
- Bella, eu fico muito feliz por você se sentir assim. – falei com cautela – Mas mesmo assim eu me preocupo com você.
- Na verdade, nós descobrimos mais um inimigo. – Emm falou – Nosso tio Tim Hale, o pai de Rosalie...
Então meu irmão contou a Bella sobre a visita de Tim Hale e não ocultou nenhum detalhe. Enquanto ele falava, percebi nas feições de Bella o quanto ela estava preocupada com a situação das terras da ilha e também vi tristeza nos seus olhos.
- A família de vocês não vai me aprovar. – ela falou com amargura.
- NÃO! - eu e Emm dissemos em coro.
- Tim Hale não é parente, é aderente.
Falei exasperado e lhe contei que havíamos falado com tia Olivia e que ela estava ansiosa em conhecer Bella no jantar de ação de graças.
- Eu ainda me sinto como se as pessoas nos atacassem de todos os lados. Bando de hipócritas! – Emm rosnou – Por isso temos que nos unir ainda mais. – ele beijou a mão de Bella.
- Isso mesmo. – beijei sua mão também – Por isso, princesa, queremos dar um passo a mais na nossa relação.
- Queremos que você venha morar conosco, Bella! – Emm falou cheio de expectativas.
- Mo-morar...
Ela repetiu a palavra e ficou fitando o vazio à sua frente, os segundos se passavam e ela parecia petrificada. Meu estresse foi a mil e Emm ficou nervoso de repente.
- Fudeu. – ele sussurrou – Acho que a gente assustou ela...
- A culpa é sua. - murmurei.
- Minha nada! É sua. – ele retrucou.
- PSIU! – Bella sorriu e olhou para nós – Não briguem e me deixem pensar...
Selamos nossos lábios e eu comecei a analisar o seu rostinho lindo. Ela estava muito séria, a boca estava numa linha rígida, suas sobrancelhas estavam juntas e a testa estava franzida, finalmente seu rosto se suavizou num sorriso gentil.
- Teremos de comprar uma cama bem grande... igual a cama do motel...
- Isso é um sim?! – a voz de Emm subiu umas oitavas.
- Diz que isso é um sim! – falei ansioso.
- SIM! SIM! SIM! - ela pulou de sua cadeira para o colo de Emmett e me puxou para si – Mil vezes sim...
Enquanto Emmett a beijou nos lábios, eu me ocupei de beijar suas cálidas mãos com devoção e ternura, depois provei da doçura de seus lábios num beijo quente e apaixonante.
Naquela noite não havia trio mais feliz que nós e tudo era motivo de risos, pequenas declarações de amor e carinhos. O único inconveniente foi na hora de dormir, minha cama ou a cama de Emmett era pequena de mais para nós três. Por fim, Bella protestou.
- É injusto eu ter que dormir com apenas um de vocês... – ela fez biquinho e eu a abracei.
- Pode dormir com Emm, se você quiser. – tentei deixá-la à vontade.
- Ou com Ed, eu vou entender perfeitamente. – ele tentou não criar polêmica.
- Mas é injusto comigo! – ela fez um biquinho maior ainda – Eu quero os dois!
Sorrimos de sua birra, mas por fim ela veio dormir em meu quarto, já que Emm tinha que estudar um pouco. Já na cama, enquanto eu acariciava seus cabelos na tentativa de fazê-la relaxar, ela disse uma coisa que me chamou a atenção.
- Antes de sair daquela livraria, a Srta. Jones me deu o endereço e o telefone de um albergue onde estão precisando de gente para trabalhar...
- Albergue?
- Sim, mas eu já nem sei se quero...
- Bella, amanhã eu te levo lá, puxa vida... um albergue chega bem perto do que eu quero fazer em Paradise: uma pousada!
POV BELLA
Puxa vida, minha tarde tinha sido um inferno, mas foi só eu ter a companhia de meus anjinhos que tudo começou a melhorar. E meu coração começou a bater a mil por hora quando os dois me convidaram para morar com eles!
Em poucos segundos minha mente voou para mil cenários diferentes. Nós três dividindo o mesmo apartamento, nós três nos amando... Nós três em Paradise para sempre!
Meu coração não teve dúvidas, não precisei pensar duas vezes, eu disse SIM aos meus amores e tenho certeza que tomei a decisão certa. Enquanto Edward fazia um gostoso carinho em meus cabelos, eu pensava sobre essas coisas, imaginava nossa cama nova, imaginava que podia gastar um pouquinho daquela grana pra poder ajudar nas despesas da casa enquanto eu não arranjasse um novo emprego... Ah! Eu tinha me esquecido da oferta de emprego no albergue! Quando contei a Edward, ele ficou super-hiper-mega entusiasmado, afinal seu sonho era abrir uma pousada em Paradise.
Antes de adormecer, uma idéia se formava em minha mente...
A boa noite de sono levou consigo as agruras do dia anterior e em meu coração só havia lugar para alegria. Cantarolando, a gente preparou o café da manhã juntos e comemos omeletes, torrada, suco de laranja e waffers com queijo e mel. Apesar de estar de banho tomado, eu vesti as mesmas roupas do dia anterior e não via a hora de chegar ao alojamento para poder vestir roupas limpas, por isso saímos uma hora antes das aulas começarem. Naquela manhã as aulas foram tranqüilas e quando eu confidenciei à Angela que estava de mudança para o apê dos meninos, ela ficou feliz por mim e me desejou sorte.
Depois das aulas, almocei com meus anjinhos e embora Emm estivesse muito ocupado, cheio de trabalhos de cálculo para fazer, não deixou de prestar atenção à conversa e, assim como Edward, disse que o apartamento estava em minhas mãos para poder decorá-lo do jeito que eu quisesse.
- Não pretendo fazer grandes mudanças nele. – falei por fim – Só quero que ele tenha a nossa cara!
Depois do almoço, eu fui até a coordenação do curso de pedagogia e assinei um termo de rescisão de contrato com a locação do quarto no alojamento. Aquelas taxas da faculdade eram um assalto a mão desarmada! Embora eu só estivesse morando lá há menos de dois meses, eles só me ressarciram apenas 40% do valor das despesas com a moradia!
Contrato rescindido, eu fui ao quarto para arrumar minhas malas, enquanto Emm estudava um pouco na biblioteca, Ed foi me ajudar e em menos de uma hora, catamos tudo o que era meu. Por sorte eu não tive o desprazer de ver Jessica e sua gangue, foi melhor assim. Nós três fomos para o apartamento, deixamos minhas coisas jogadas num canto da sala e partimos para o shopping para comprar nossa cama. A tarefa foi árdua porque eu queria uma cama super ultra king size e por fim, conseguimos encomendar uma cujo tamanho media 210 x 219 cm. O único problema é que tanto cama como colchão eram vendido sob encomenda e teríamos que esperar cinco dias para receber a mercadoria. Passamos numa loja de departamentos também e comprei alguns lençóis e edredons tamanhos extragrande para a nova cama!
Meus pensamentos pervos voavam para todas as direções dos corpos de meus anjinhos... Eu não via a hora de estrear nossa cama!
Jantamos no shopping e voltamos para casa, agora nosso apartamento, e cada um se entregou aos seus livros.
No dia seguinte, depois das aulas, Ed me levou ao Charlotte’s, o albergue indicado pela Srta. Jones. Fomos atendidos pela dona do estabelecimento, Charlotte Mars, uma mulher alta, esguia, loira, com um corte de cabelo channel na altura do queixo. Ela foi muito atenciosa conosco e disse que no momento estavam precisando de um recepcionista para trabalhar meio período e para ganhar $12,00 por hora. O salário era baixo, mas Ed se interessou muito em trabalhar lá e eu acabei fazendo o que tinha planejado, dei a vaga para ele. Na verdade, eu não queria trabalhar num albergue, eu não me via ali. Ele ficou de começar a trabalhar no dia seguinte e estava muito feliz com isso. De volta para casa, ele abordou o assunto.
- Bella, princesa... – ele afagou minha mão esquerda, enquanto segurava o volante com a mão direita – Você tem certeza que não queria mesmo trabalhar no albergue?
- Tenho, amor. – virei o rosto em sua direção – Na verdade, aquele emprego é a sua cara. – sorri – E assim você vai pegar experiência quando for abrir a pousada em Paradise...
Ele sorriu e pareceu relaxar. Os dias passaram voando, e agora com Edward trabalhando, eu passava boa parte das tardes sozinha no apartamento já que Emm tinha aulas em algumas tardes e eu sempre me ocupava com algum cômodo do apartamento, tentando deixá-lo, mas adequado à minha presença. À noite a gente sempre tirava um tempinho pra estudar. E antes de dormir, na cama de Emm ou na cama de Ed, nos entregávamos à paixão e ao prazer.
Minha vida parecia perfeita e ficou melhor ainda quando no sábado pela manhã os entregadores da loja de móveis trouxeram a cama! Deus do céu, que alegria... eu parecia uma criança ganhando presente na manhã de natal!
Durante a semana eu havia feito um planejamento e realocação dos móveis e como a cama era grande demais para ficar num dos três quartos, o jeito foi colocá-la na sala de estar. O apartamento ficou assim: quem entrasse nele, viria logo a sala de jantar e ao seu lado esquerdo a cozinha, no lado direito, eu tampei a passagem com uma enorme cortina estampada com a imagem de um sofá, por trás dessa cortina estava o nosso ninho de amor.
O primeiro quarto se transformou num quarto de vestir e onde já havia um closet enorme, acomodou também um guarda-roupa, uma cômoda e um cantinho só meu, com algumas prateleiras para minhas bijuterias, perfumes, cremes e um espelho decente. O segundo virou sala de estudo, onde improvisamos uma mesa e cadeiras, algumas estantes de livros e um sofazinho. No terceiro quarto já havia a sala de TV, então nele eu quase não mexi. Depois do corre-corre de arrumar tudo, na hora do almoço pedimos comida chinesa e depois caímos na cama, literalmente, dormimos os três (eu no meio) abraçadinhos de conchinha.
Acordei primeiro que meus anjinhos e sai da cama bem devagarzinho para preparar um jantar rápido, fácil e romântico. Durante a semana eu havia pensado em várias opções e escolhi preparar o estrogonofe de camarão especial, receita da vovó Marie. Para acompanhar, eu fiz arroz branco, comprei batata palha e um vinho branco suave.
O cheiro da comida deve ter despertado meus amores, eles vieram à cozinha, mas eu os despachei para a sala de TV. Assim que terminei tudo, convidei meus namorados para um banho bem gostoso, quando tive o delicioso trabalho de banhá-los sob a água quente do chuveiro. Vestimos roupas confortáveis, jantamos a meia luz, eles aprovaram minha comida, brindamos nossa felicidade.
- Eu quero que esta noite nunca acabe... – sussurrei.
Depois do jantar, em meio a beijinhos e carinhos, Ed lavou a louça, eu as enxuguei e Emm as guardou no armário e serviço a seis mãos foi terminado em menos de cinco minutos. Fomos para a sala de TV onde deveríamos assistir a um filme em DVD, mas eu acabei escolhendo um show de Rod Stewart (vovó adorava esse cantor e eu aprendi a gostar de suas músicas românticas). Aninhada entre meus amores, a gente ouviu a primeira música numa boa, mas a segunda era The way you look tonight e aquilo nos tirou do sério.
Inspirei contra a pele do pescoço de Edward e meu corpo se acendeu de desejo por ele. Embalado pela música, Emmett começou a fungar em meu pescoço, mandando pequenos arrepios para mim e esquentando minha pele.
Desabotoei a camisa de Edward e minhas mãos começaram a percorrer aquele peito perfeitamente esculpido, enquanto isso nossos lábios selaram um beijo apaixonado em que nossas línguas se buscavam com ansiedade. Emmett começou acariciar minha cintura e a levantar a barra da minha saia, gemi contra a boca de Edward quando senti Emm acariciar minha intimidade. Eu já me sentia úmida, pronta para os dois...
Quando percebi que o sofá estava pequeno demais para nós três, murmurei ofegante:
- A cama nova...
Num piscar de olhos Emm me carregou no colo e em tempo recorde, senti a maciez da cama sob mim. Com carinho, Edward e Emmett me despiam e beijavam cada pedacinho de minha pele. Aturdida de tanto desejo, eu murmurava palavras ininteligíveis e gemia os nomes dos dois. Quando Emm tirou meu sutiã, cada um deles se apossou de um seio meu e...
PUTA QUE PARIU!
Aquilo tava bom demais... Senti meus dois mamilos serem chupados, lambidos e acariciados por duas línguas sensuais e famintas!
- Aaahhh... – foi tudo o que eu consegui gemer.
Ali, deitada e entregue aos dois, me deliciei com um beijo lascivo de Emm, ele tomou minha boca com vontade, mordiscando meu lábio inferior e invadindo minha boca com a sua língua quente e molhada. Ao mesmo tempo, meus outros lábios eram invadidos, acariciados... lambidos por Edward e aquilo quase me fez desfalecer quando senti meu botãozinho latejar de desejo por ele. Ofegante, gemi contra a boca de Emm, ele sorriu e seus lábios foram descendo pelo pescoço, colo, barriga... Até que gritei de prazer quando senti carícias no interior das minhas coxas ao mesmo tempo em que sentia beijos molhados em minha intimidade.
Um misto de ousadia e curiosidade se apossou de mim e eu me ergui um pouco sobre os cotovelos para VER o que estava acontecendo. Meus homens se revezavam em meu sexo, enquanto um beijava, chupava e lambia meus outros lábios e meu clitóris, o outro acariciava e beijava minhas coxas e vice-versa. Ocasionalmente nossos olhares se encontravam e o sorriso cúmplice que vinha a seguir era uma prova de nossa alegria.
Cedo demais em senti um forte formigamento nascer do interior de meu corpo e se espalhar com violência pelo meu ventre. Num grito desesperado e ofegante, eu expressei meu gozo, cai molenga na cama com as pernas bambas e o coração martelando, enquanto sentia meus homens se revezando enquanto bebiam de mim.
- Oh... Ah... – devo ter dito isso.
Edward e Emmett deitaram ao meu lado e enquanto nós três recuperávamos o fôlego, eles acariciavam minha barriga com as pontas dos dedos. A lucidez foi tomando conta de mim de novo, quando eu percebi que os dois estavam muito vestidos ainda.
Acho que tinha um sorriso travesso nos lábios quando num único movimento, meu sentei na cama e me inclinei um pouco para beijar meu Emmett. Espalhei minhas pernas ao redor dele e me inclinei um pouco, deixando que meus seios tocassem seu rosto, ele sorriu contra minha pele ao mesmo tempo em que soltei um gritinho de susto quando Ed me deu uma tapinha na bunda. Olhei para seus orbes verdes por sobre o ombro e sorrimos. Ainda esticada, abri a gaveta do criado mudo e puxei dali de dentro umas camisinhas, deixando-as ao alcance de minhas mãos.
Fiz Emm sentar na cama e comecei a despi-lo, primeiro a camisa... e meus lábios se perderam naquele tórax maravilhoso... Edward se grudou em mim, acariciando minhas coxas e dando leves tapinhas em minha bunda e eu fiquei num sanduíche delicioso, esticando a cabeça para capturar os lábios de meu Ed e enquanto o beijava, despia meu Emm... Depois girei meu corpo para despir Ed, enquanto Emm me levava a loucura com suas mãos em meu sexo.
Aos poucos, fui me inclinando sobre Edward até que me joguei contra seu corpo maravilhoso, prendendo-o entre minhas pernas. Capturei seus lábios com fome e urgência, suas mãos se apossaram de minha cintura e fizeram meus quadris descerem um pouco até que nossas intimidades se encontraram e eu senti seu pau duro roçar na minha entradinha. Gemi de prazer contra sua boca e fui descendo meus beijos pelo seu corpo, até que cheguei ao meu Theo. Sorri de alegria ao ver aquela picanha enorme, rosadinha e com um pouquinho de líquido escorrendo para mim. Inclinei um pouco o meu corpo, me empinando para Emmett e comecei a chupar Ed, enquanto acariciava suas bolas.
Aquilo foi um frenesi... Edward urrava, gemia meu nome e dava pequenos socos no colchão cada fez que sentia minha língua sugar a sua cabecinha. E isso só me enchia mais de tesão, me fazia sentir PODEROSA por lhe proporcionar tanto prazer.
Meu coração bateu mais acelerado quando senti Emm em minhas costas, acariciando minha bunda e minha grutinha molhada, quando ele passou seus dedos ali, me senti encharcada e rebolei para ele. Pela visão periférica, percebi quando ele vestiu sua anaconda com uma camisinha e se grudou mais a mim, sorri de satisfação contra o pau duro de Ed e me preparei, empinando mais a bunda para Emm. Mas meu amor me pegou de surpresa e, numa única estocada, entrou fundo na minha grutinha molhada, fazendo seu membro deslizar com facilidade! Gemi em Ed e mordisquei seu pau, fazendo-o gritar de prazer.
Eu não conseguia gritar (minha boca tava ocupada, né?) mas gemia alucinadamente enquanto Emm entrava e saia de mim com aquela anaconda poderosa. Aaahhh... parecia que ele estava explorando lugares desconhecidos de minha vagina, por onde ele passava, o prazer era insano. Eu me sentia não apenas tendo um ponto G, talvez tivesse o alfabeto inteiro ali!
Parecia que tínhamos a sincronia perfeita... porque meu baixo ventre se contraiu numa onda forte, meu sexo engoliu a anaconda com vontade, ao mesmo tempo em que chupei Ed com força e que sentia Emm estocar uma última vez em mim. Os dois gritaram meu nome, senti Emm mordiscar meu ombro... eu não tinha coerência alguma para pensar ou falar, apenas sentia aquela maravilhosa explosão de prazer enquanto bebia meu Edward com volúpia e massageava suas bolas com carinho.
O ar nos faltou novamente quando caímos exaustos sobre a cama, cada um virou seu rosto para mim e eu podia sentir suas respirações quentes contra minha pele. Eu fechei os olhos, tentando reter em mim aquele prazer dos deuses.
Quando consegui me recompor, percebi que estava com o rosto inclinado na direção de Emm e não resisti. Uma força poderosa me invadiu e eu tomei seus lábios para mim num beijo cheio de desejo. Num único movimento, ele me colocou sobre si e eu pude sentir sua anaconda pular de alegria. Decidida a dominá-lo, desci meus beijos pelo seu peito desnudo, passavando pela sua barriguinha tanquinho, até chegar nela... minha anaconda... enorme, rosada, muito roliça e me chamando para si...
Minhas mãos se apoderaram daquele instrumento delicioso e meu Emm gemeu de prazer, inclinei meu corpo, desci minha boca ali e passei a dar pequenos beijinhos em toda a extensão daquele mastro, às vezes lambia, chupava e mordiscava de leve... Como a anaconda era tão grande quanto seu dono, eu precisei usar as mãos no processo, mas meus lábios e língua trabalharam com afinco também.
Ed não quis ficar de fora e começou a me acariciar, apalpando minhas coxas, dando palmadas na minha bunda... Ofegante e com os pensamentos embaralhados, gemi contra o pau de Emm e me empinei para Ed, chamando-o para dentro de mim... Fosse onde fosse... eu o queria em mim...
“Aaahhh...” gemi em pensamento quando Ed foi penetrando bem devagarzinho na minha outra entradinha e quando se sentiu abrigado, permaneceu quietinho por uns segundos, talvez para me deixar confortável.
Mas eu queria ação&aventura e instintivamente, comecei a rebolara para ele, fazendo-o entrar mais em mim. Ed começou suas estocadas vigorosas, uma de suas mãos agarrou minha cintura com força, enquanto a outra foi para minha intimidade e seus dedos fizeram uma massagem gostosa em meu grelinho.
O prazer veio intenso e absoluto depois de algumas estocadas de Ed, meu interior engoliu seu pau com força, fazendo meu amor apertar minha cintura, puxando-me para si. Eu não gritei, mas dei uma chupada tão forte em Emmett que ele se derramou em mim e urrou de satisfação logo em seguida.
- BELLA! – os dois disseram em coro e meu coração se encheu de amor e felicidade plena.
Dessa segunda vez, caímos meeesmo exaustos sobre a cama e em meio a murmúrios e palavras de carinho, me aninhei aos meus amores e adormeci.
Em algum lugar entre o reino de Morpheus e a consciência, minha mente percorreu os caminhos de nosso amor e eu sorri de pura felicidade...
Senti a minha pele esquentar, mas a cama estava tão gostosa, nem me dei ao trabalho de abrir os olhos... dormi de dono...
“Argh! Que droga! Eu acho que estou na praia... e esse sol vai torrar minha pele...”
Abri os olhos lentamente e me percebi não na praia, mas completamente nua, deitada e meio atravessada sobre o peito de Emm, mas uma de minhas pernas estava entrelaçada a Edward. Sorri com as lembranças da noite anterior e me inclinei um pouco para olhar os meus dois ‘parquinhos de diversão’. Ambos estavam encolhidinhos naquele momento, mas mesmo enrugadinhos, eram lindos e sapecas... Com cuidado para não acordar meus amores, me sentei na cama e fiquei contemplando aqueles corpos nus, lindos, perfeitos, esculpidos pelos deuses da beleza. Contemplei suas pernas, elas eram perfeitamente torneadas, como os pilares de mármore de um templo erguido ao deus do prazer... Suas barrigas saradas, seus peitos másculos, seus maxilares sensuais... G-ZUIS, é tudo meu!
Um anjo tinha os cabelos cor de bronze mais lindos e bagunçados do mundo e o verde de seus olhos invadia minha alma com carinho, amor e luxúria. E seu sorriso torto derretia meus ossos, embaralhava minhas idéias e me deixava hiperventilando à toa! O outro tinha os cabelos pretos mais sedosos que eu já pude tocar e o azul céu de seus olhos dizia a todos que seu amor, desejo e ternura eram somente para mim. E quando ele sorria... Ah! As covinhas de suas bochechas enfeitavam seu rosto.
- Ah! Deus, como eu tenho sorte... – sussurrei e me inclinei levemente, beijando a testa de Edward e depois a de Emmett.
Levantei da cama, peguei uma camiseta qualquer que estava no chão e a vesti, quando fui fechar mais as cortinhas por causa do sol forte, me espantei. O sol estava muito alto mesmo, olhei no relógio e já passava das nove! Caraca! Nossa maratona de sexo nos detonou...
Corri para o banheiro para tomar um banho e me vestir, era domingo e mamãe estava me esperando para conhecer meus namorados! Como um raio, eu me banhei, vesti um jeans qualquer e uma camiseta baby look básica, prendi o cabelo num rabo de cavalo, calcei meus tênis e fui para a sala, para acordar meus amores. E cerca de meia hora depois nós três tomamos o café d amanhã num silêncio gostoso e cheio de cumplicidade.
Já na pick-up, meu nervosismo se fez transparecer, eu mordia o lábio inferior freneticamente, pensando nas reações que dona Rennè teria quando me visse namorando DOIS CARAS ao mesmo tempo... Imagine se ela soubesse o TUDO o que fizemos na noite passada...
- No que você tanto pensa, bebê? – Emm afagou meu rosto com ternura.
Ed, que estava dirigindo, me olhou de lado quando um sinal de trânsito fechou e esperou que eu respondesse.
- Na-nada de mais. – menti miseravelmente.
- Bella! Princesa, eu sei que você está preocupada com a reação de sua mãe. – ele falou com doçura – Mas acredite, ela vai entender!
- Principalmente quando perceber que você está feliz com a gente. – Emm completou.
Aquelas palavras me deixaram mais calma, eu inspirei várias vezes, deixei que o oxigênio entrasse em meu sistema e por fim relaxei. Dei um beijinho cálido em cada amor e liguei o som do carro, disposta a esquecer o assunto e aproveitar o momento com meus homens.
Quando chegamos em frente à clínica de reabilitação, minhas pernas travaram e eu mal conseguia andar. Emm entrelaçou nossas mãos e Ed estava abraçado à minha cintura, percebi que os dois estavam tensos também e tudo o que se ouvia era o som pesado de nossas respirações. Como de costume, uma recepcionista nos atendeu e nos levou até o jardim interno da clínica.
De longe, eu pude ver mamãe sentada numa cadeira de palha, ela estava magra como sempre, mas dessa vez seus cabelos estavam bem penteados, seu rosto estava sereno e eu percebi que ela estava usando roupas mais alegres, bem diferentes do jeans e camiseta branca dos outros dias. Ao lado dela havia uma mulher com jaleco branco, quando as duas nos viram, se levantaram para nos receber. Não me passou despercebido que mesmo mamãe vivendo naquele estado, ela viu o jeito que nós três andávamos juntos, tipo juntos mesmo. Minha mão entrelaçada com um namorado, minha cintura sendo abraçada por outro... Meu coração perdeu uma batida quando a vi franzir a testa, mas depois nossos olhares se encontraram e eu não sei se aquilo foi uma mágica conexão mãe-filha, mas o azul dos olhos dela invadiu o chocolate dos meus e houve ali uma rápida troca de sentimentos. Mamãe sorriu doçura, pois deve ter percebido o quanto eu estava feliz!
- BELLA! – ela saiu de onde estava e veio me abraçar.
Soltei meus namorados para poder acolher o corpo frágil de minha mãe e aquele abraço foi muito bom, foi... abraço de mãe mesmo, sabe? Daqueles abraços que todos os filhos mereciam ganhar todos os dias. Meus olhos ficaram úmidos, minha garganta se fechou e meu coração bateu descompassado com aquele simples gesto.
- Ah! Mamãe... como é bom te ver! – falei com sinceridade.
A funcionária da clinica nos deu privacidade e nós quatro nos sentamos, eu e mamãe na cadeira maior e Ed e Emm nas poltronas soltas. Houve um minutinho de silêncio, eu recobrei o domínio das emoções, pigarreei, mordi o lábio inferior e comecei as apresentações.
- Mamãe, estes são Edward – apontei para ele - e Emmett Cullen. – apontei para o outro – E nós três, quer dizer, eu, ééérrr...
- São namorados! Eu já saquei! – mamãe arqueou uma sobrancelha e sorriu afetuosamente para mim.
Olhei para ela boquiaberta e pela visão periférica vi Ed e Emm estupefatos também, mamãe sorriu de nossas caras e depois gargalhou alto.
- Ah! Bella! Como você tem sorte, garota! – ela bateu palmas entusiasmadamente – Puxa vida, que legal!
Deus do céu! Quem eram aquela mulher e o que ela tinha feito coma minha mãe?!
Depois que Rennè parou de rir, ela nos disse que entendeu tudo no primeiro momento que olhoo para nós e que apesar de inusitado, aquilo era booom demais para mim. Corei nessa parte, corei feito um tomate, Ed ficou levemente corado e Emm deu uma gargalhada bem sem vergonha.
- Uma vez eu tentei fazer isso sabe? – ela falou com naturalidade – Mas Fred, meu namorado na época, não quis me dividir com Stuart, nosso amigo de faculdade.
G-ZUIS... Minha mãe ta possuída, só pode... Corei mais ainda e para meu desespero, Ed e Emm se inclinaram na direção dela para ouvir o resto da história.
- Então eu e Fred ficamos no zero-a-zero, o namoro acabou, eu procurei Stuart e juntos conhecemos Zach! Daí, tivemos o melhor verão da minha vida e...
- MAMÃE! – guinchei – Por favor!
- Ah! Calma, Bella, eu não vou contar o que fizemos! – ela arqueou as sobrancelhas e olhou de mim para Ed e Emm – Vocês sabem o que eu fiz num verão passado...
Tá, com essa alusão ao filme bobo de terror, nós quatro caímos na gargalhada e a tensão do momento foi desfeita. Mas depois dona Rennè assumiu o papel de mãe.
- Bella, querida, eu não vivo no mundo real todos os dias, por isso, quero que você aproveite minha lucidez e preste atenção ao que vou lhe dizer agora. – ela olhou para meus namorados – E vocês também, hein?
Os dois assentiram fervorosamente.
- O relacionamento de vocês é sério, não é?
- Sim. – Ed e Emm responderam em coro.
- E você está feliz, Bella?
- Sim.
- E você ama os dois da forma insana como se deve amar o homem de nossas vidas?
- Sim, eu os amo.
- Agora, vocês dois. - mamãe ficou muito séria – Vocês amam mesmo a minha filha ou isso é só uma transa loucas de vocês?
- Eu a amo, dona Rennè, de verdade. – Emm falou solenemente.
- Eu amo Isabella com todas as minhas forças. – Ed falou com intensidade.
- Ok. Isso é bom.
Ela fez uma pausa e de repente começou a fitar o vazio a sua frente.
- Vocês três estão preparados para todo tipo de crítica, ira e preconceito das pessoas nojentas que habitam esta terra? – ela tinha um tom de voz diferente agora e parecia aqueles pastores ‘aleluiados’ da TV – Vocês estão dispostos a seguir em frente com esse relacionamento? Vocês vão querer constituir família, fazer filhos, construir um lar... viverem juntos mesmo? Ou isso tudo – com um gesto de mão ela envolveu nós três – é conseqüência do tesão, dos hormônios e de fantasias sexuais da juventude?
- Queremos uma vida inteira com Isabella Swan. – Ed falou com segurança – Queremos tudo com ela, amor, sorrisos, lágrimas, as pequenas e grandes coisas da vida... Queremos filhos com ela, queremos todos os nossos sonhos com ela.
Enquanto meu Ed falava, eu não pude conter as lágrimas, tudo o que ele dizia espelhava meus sentimentos também.
- E temos muita sorte por saber que Isabella sente o mesmo por nós. – Emm falou com autoridade – De um jeito que parece estranho aos olhos dos outros, Isabella nos completa, ela foi feita para nós.
- OMG! Venham aqui vocês três! – mamãe nos uniu num abraço coletivo apertado – Ah! Hoje eu sou a mãe mais feliz do mundo! Vocês três tem a minha benção!
Depois do momento de fortes emoções, dona Rennè voltou a ser brincalhona e sarcástica, ela nos levou para um passeio pelo jardim e depois fomos à sala de música da clínica, onde ela apresentou aos demais internos os namorados de sua filha. Emm pegou o violão que estava ali, Ed sentou-se ao piano e os dois começaram a tocar What a wonderful world, abraçada a mamãe, eu cantei com ela a música e quando dei por mim, os outros pacientes cantavam também.
Aquela atmosfera de amor, respeito e aceitação ao nosso namoro foi como um talismã. Eu sempre levaria aquela lembrança em meu coração... Quando os dias ficassem difíceis e as pessoas a nossa volta quisessem nos aniquilar, eu me lembraria que em algum lugar desta terra havia pessoas que entendiam o nosso amor.