MAGIA
UAU!!!
Eu no Caribe, com Edward Cullen! – meu sorriso ia de orelha a orelha.
- Gostou? – Ed sussurrava em meu ouvido.
- AMEI!!! – me pendurei no pescoço dele e beijei-o com muita emoção, nos separamos quando o ar nos faltou – Edward! Amor, eu ... eu ... que linda surpresa, Ed.
- Linda é você, princesa. – mais uma vez colamos nossas testas.
O vôo para a Martinica durou uma três horas, eu acho. O mar foi, aos poucos, passando do azul escuro para o azul caribenho, fazendo um suave contraste com o céu.
Ainda no aeroporto em Fort-de-France (capital da ilha), fiquei encantada. Fomos recebidos por um casal de nativos, ele era baixinho, moreno e de cabelos grisalhos. Já a mulher era baixinha também, morena e de longos cabelos negros, muito simpática e agradável.
- Eles são Allan e Gabrielle, o casal que cuida da ... da propriedade onde vamos nos hospedar. – Ed falava enquanto descíamos a escada do avião.
Assim que tocamos o solo da ilha, Gabrielle me recebeu com um singelo buquê de flores multicoloridas.
- Boa tarde, Srta. Swan! Seja bem-vinda a Martinica, a ilha onde o amor e o romance florescem. – enquanto ela falava, entregava-me o buquê – São algumas de nossas flores nativas, helicônias, anémonas, antúrios e hibiscos.
- Obrigada. – murmurei, encantada, enquanto era flagrada por Edward e sua câmera digital, fiz careta depois que ele tirou a foto.
- Precisamos registrar os momentos, Bella.
Edward e Allan rapidamente puseram nossas malas no Land Rover que o casal trouxe consigo. O percurso durou quase uma hora, sempre pela orla da ilha, pude ver várias casas de pescadores e alguns barcos amarrados junto a um pequeno píer. Cada vez mais nos afastávamos das casas e das pessoas, A estrada asfaltada acabou e seguimos por uma de terra batida até chegarmos numa praia ... Deserta?!!!
- Estamos no extremo sul da ilha, em Saint-Anne, mais precisamente em La Plage de Salines, ou praia das salinas. É uma praia particular, Bella. Reservei pra nós ... – ele sorria torto enquanto despejava seu verde olhar pra mim.
A praia das salinas tinha a areia bem branquinha e era uma das praias mais lindas que já conheci.
Cinco minutos depois, uma linda casa apareceu diante de nós, era toda branca e o piso de seu terraço, todo em mármore, de um branco que eu nunca tinha visto antes.
-Edward, esta casa é linda! – peguei a câmera e também resolvi registrar o momento, a fachada da casa era perfeita.
Sem que eu esperasse, Ed carregou-me no colo até passarmos pela soleira da porta. Corei de vergonha porque bem atrás de nós estavam os empregados carregando as malas.
- Não tanto quanto você. – ele sussurrava ao meu ouvido depois de me pôr no chão do hall - Esta casa foi construída em 1803 por um capitão francês, chamado Danton Legrand, para a sua amante, uma nativa chamada Christine. Eles viveram juntos por 10 anos, mas ela morreu no parto de seu sétimo filho. O capitão, que era completamente apaixonado por Christine, não conseguiu mais ficar aqui em meio a tantas lembranças, então voltou a Paris levando seus sete filhos. Entregou-os à igreja, deixando toda a sua fortuna pra garantir o estudo deles. Dizem que Legrand morreu meses depois, deprimido. Na hora da morte, ele só falava o nome de sua amante.
Puxa, que linda história de amor, triste também, pensei comigo mesma.
- Como você ficou sabendo de tudo isso?
- Antes de fechar negócio com a locação da propriedade, pesquisei sobre o lugar, quem eram seus proprietários, o ano de construção da casa, essas coisas. – respondeu com naturalidade.
Os móveis eram um misto de antigo e contemporâneo. Contrastando com as paredes brancas, o imenso sofá era marrom claro, repleto de almofadas verdes,azuis, laranjas. As cortinas eram de um tecido leve e fluido, todas na cor marfim, proporcionando leveza ao ambiente. Mais ao fundo havia um imponente piano de cauda também branco, Ed percebeu pra onde eu olhava.
- Amor, não sei se ele está afinado, mas posso tentar tocar algo pra você depois.
Sorri pra ele.
Ainda na sala de estar, Gabrielle nos serviu um Bahama Mama, uma bebida feita de rum, suco de abacaxi e laranja, licor de banana e soda limonada. Provei e era deliciosa, bem geladinha e com um leve toque cítrico misturado ao gosto marcante do rum.
O quarto era outro lugar encantador, grande e branco. Era enorme e dividido numa sala íntima e no quarto propriamente dito. Na sala havia um lindo sofá todo feito em palha de vime e mais duas poltronas, formando um conjunto, seu estofado era em veludo cor de areia. No meio, uma mesinha de centro com um vaso de flores coloridas. Mas ao canto, próximo a entrada do quarto, havia uma mesa com duas cadeiras. Toda a parede leste da sala era de vidro, mas na verdade, era uma porta que dava acesso a um jardim florido, cercado por palmeiras em vários tons de verde. Quando passei por elas, uma nova surpresa, descendo por uns degraus de pedra, havia uma linda piscina azul turquesa cercada por arbustos de coloridas buganvílias. Ao lado, uma mesa em ferro retorcido, coberta com um mármore branco e algumas cadeiras também em ferro . A vista do mar era, tipo assim, uma coisa de cinema. Senti um par de mãos em minha cintura.
- A vista lhe agrada, futura Sra. Cullen? – Ed me abraçava por trás enquanto encaixava seu queixo em meu ombro.
- Não tanto quanto você. – virei meu corpo pra ficar de frente pra ele – Edward tudo está perfeito. Eu ... eu nem acredito nisso. Te amo. – beijei-o.
- Também te amo, princesa. Mas ainda não acabou. – ele disse depois de cessado o beijo e começou a andar pelo jardim, me puxando consigo.
Descemos mais alguns degraus de pedra e terminamos na praia de areia branquinha e fina.
- São três quilômetros de praia à esquerda e à direita exclusivamente pra nós. Fazia parte do pacote! – ele sorria torto pra mim, enquanto eu estava embasbacada – Fale alguma coisa, Bella.
- Vo-você alugou a casa junto com a praia?
- Não, amor! – ele gargalhava – Eu aluguei a praia, a casa veio junto!
Sorri pra ele, eu nem tinha palavras a dizer. Aquilo deve ter custado uma fortuna. Me joguei nele ali mesmo, roubando-lhe um beijo, caímos na areia, eu por cima dele. Nossas línguas se encontraram enquanto eu puxava os cabelos de Ed, ele agarrava minha cintura, trazendo-me pra perto. Senti o “eddie” empurrando minha barriga e na mesma hora, fiquei molhada de tanta excitação. Continuamos assim até que o oxigênio se foi.
- Que tal um banho bem gostoso? Os empregados devem servir o jantar daqui a pouco. – ele falou com seus lábios ainda tocando os meus.
Voltamos à sala íntima e finalmente entrei no quarto. Parecia um quarto de contos de fada, grande e branco, os móveis eram de madeira clara, quase na cor de manteiga. A cama era enorme, talvez até maior que a nossa em Boston, nela havia uma linda colcha toda em patchwork em tons terra e inúmeras almofadas em vários tons mais claros, fazendo uma composè perfeita. Mas ela não era uma simples cama, era uma cama de dossel, toda envolvida com um finíssimo tule branco, um mosquiteiro na verdade. Parecia uma tenda ...
- Nosso ninho.
A voz rouca de Edward invadiu meus ouvidos, ele estava um pouco atrás de mim. Virei meu rosto pra ele e sorri, uma de minhas mãos chamou-o para perto de mim e ele me abraçou. Respirei fundo em seu pescoço, meu coração tava acelerado.
- Edward, obrigada! – foi tudo o que consegui dizer.
- Eu preciso ver se os empregados precisam de alguma coisa e pedir que sirvam o jantar. Daqui à uma hora está bom pra você? – assenti com a cabeça - Que tal se você entrasse no banheiro e preparasse um banho pra nós? – ele falava em meio a beijos depositados em meus cabelos.
- Tá bom. – sorri pra ele enquanto ele saia do quarto.
Entrei no banheiro e meu queixo caiu, ele era três vezes maior que o do nosso apartamento. Tudo nele era absolutamente branco. A banheira parecia uma piscina e o box do chuveiro, bom além de ser enorme, era uma coisa a parte. Nele havia, simplesmente um banco reclinável de plástico transparente, não resisti e sentei nele. Parecia ser bastante resistente.
Caraca!!! Nem banheiro de motel era tão incrível assim ...
Voltei ao quanto pra pegar o meu nécessaire e o de Edward e vi uma coisa que me fez ter uma idéia, um mini-som.
Preparei o ambiente para um banho bem relaxante, deixei somente uma das lâmpadas acesa, liguei o som e procurei um pouco até achar uma estação que só tocava baladas românticas. Peguei um sabonete líquido de rosas que gosto muito e uma esponjinha bem macia e deixei dentro do box.
Comecei a me despir, quando já estava completamente nua, Edward entrou no quarto.
- Bella? – sua voz estava um pouco distante.
- Aqui dentro. – falei um pouco mais alto.
Quando Ed entrou no banheiro, arfou ao me ver nua, dessa vez eu não corei. Bom, pelo menos eu acho que não! Fui de encontro a ele, encostei-o na parede e beijei seus lábios com fúria. Minhas mãos estavam rápidas em despi-lo enquanto as dele voavam por cada pedaço de meu corpo, desde as costas até a minha bunda (pra variar). Eu deixei minhas neuras de lado, se ele gosta dela ... Em segundos sua camisa já estava longe, movi minhas mãos ao cós de sua calça.
- Com pressa, amor? – ele gemeu em minha boca.
- Sim, to doida pra te deixar nu. – sorri com meus lábios encostados nos dele.
Edward rapidamente sacudiu suas pernas pra se livrar da calça e da cueca. Puxei-o para o box, abri o chuveiro e deixei a água morna cair sobre nossos corpos, quando ele tentou me agarrar, me esquivei.
- Ãn-ãn ... eu quero te dar um banho. – sussurrei.
Espalhei uma porção do sabonete na esponjinha e comecei a passar em seus ombros, deslizando ambas as mãos pelo seu corpo escultural.
Meu Deus, Ed é lindo mesmo! Meu coração acelerava mais e mais, eu já devia estar acostumada a tanta perfeição mas eu acho que nunca serei imune a magia de Edward Cullen.
- Bella ... amor ... – ele me agarrou.
- Edward, eu quero te dar um banho. Posso? – sorri e arqueei uma sobrancelha.
- Hum ... pode. Mas eu faço o quê? – ele fazia um lindo biquinho.
- Você pode desfrutar o momento. – falei tentando parecer indiferente, ele sorriu torto e assentiu com a cabeça.
Minhas mãos iam descendo pelo seu tórax e barriga até chegar à virilha. Passei pelo “eddie” sem lhe dar atenção e fui direto aos pés, começando a passar sabonete lá e subindo até as coxas onde fiz uma gostosa carícia em seu interior, arrancando gemidos de Ed. Sentei-o no banco e passei a esponja em suas costas, braços e pescoço.
Sentei em seu colo e beijei-o até que o ar se acabasse, nossos corpos queimavam fazendo a água morna que caia do chuveiro parecer fria.
- Amor ... – interrompi nosso beijo – Você pode me agarrar agora, se quiser.
Ele sorriu torto e puxou uma de minhas pernas, fazendo com que eu sentasse de frente pra ele, uma perna em cada lado de seu corpo. Capturou outro beijo meu, dessa vez, avassalador, suas mãos passeavam pelas minhas costas e puxavam de leve o meu cabelo. Minhas mãos contornavam o seu pescoço, puxando-o pra mim, meus seios faziam uma gostosa fricção em seu peito. Seu membro pulsava na altura da minha virilha, eu abri mais as pernas e inclinei um pouco o corpo para que nossos sexos se tocassem, fazendo Ed gemer em minha boca.
- Bella ... eu quero te comer, agora! – sorri diante de sua declaração tão autêntica e juntei nossos corpos.
- Sou sua, Ed, me come ... – falei ofegante e comecei a me mexer em cima dele.
Meus movimentos de entra-e-sai eram apimentados com beijos molhados e como eu estava com as mãos livres, podia espalmá-las em seu peito, ombros e pescoço. Aos poucos, comecei a experimentar ângulos diferentes de rotação, um verdadeiro balé com Edward dentro de mim ... Ele passou a me segurar pela bunda e a puxar-me contra o seu corpo como se quisesse nos fazer um só.
A penetração era muito profunda, então rapidamente tive um orgasmo maravilhoso mas Ed ainda me segurou um pouco mais me fazendo me movimentar sobre ele. Senti seu membro pulsar e em seguida Ed gozou em mim.
Colamos nossas testas, sorríamos juntos e ofegávamos.
- Ah! Edward ... amor ...
Ele beijou meus lábios, dessa vez com bem calma.
- Te amo, Bella.
Saímos do banho e nos vestimos para o jantar. Pus um vestido longo e soltinho de malha, verde jade e sandálias brancas rasteiras, Ed pegou uma bermuda cru e uma camiseta preta. Ouvimos batidas na porta do quarto, eram Gabrielle e Allan, trazendo bandejas com o nosso jantar. Edward agradeceu e lhes desejou boa noite, informando que por hoje, eles estavam dispensados.
- Pedi que trouxessem o jantar. – ele sorria torto.
- Eles foram embora?
- Sim, praia privativa, lembra? – ele falava enquanto puxava uma cadeira para eu sentar.
- Você pensou em tudo ...
- E isso é porque só estamos aqui há algumas horas! – ele se gabava.
Sorri e apreciamos o jantar, uma salada de camarão regada a vinho branco. Depois lembrei de ligar para meus pais e informa-lhes de nosso destino. Falei apenas com mamãe, papai havia viajado para Washington naquela manhã junto com Carlisle. Esme dormiria na mansão Swan fazendo companhia a mamãe, elas combinaram de fazer uma festinha de pijama.
- E o que as duas vão aprontar aí sozinhas, posso saber?
- Oh! Querida, não conte para o seu pai e nem para Carlisle, eu e Esme contratamos alguns go go boys essa noite ...
“RENNÈ” , ouvi Esme gritar. Mamãe não tem jeito mesmo, faz piada de tudo. Depois passei o telefone para Ed e ele falou com a mãe dele.
Naquela primeira noite, eu usei um pijama de seda da Victoria Secret’s azul marinho, de alcinhas e enfeitado com rendas. Já Edward, usava apenas uma calça de seu pijama preto. Ele sorriu torto quando saiu do banheiro.
- Aqui faz muito calor, Bella. Dispensei o resto do pijama ...
Ed abriu a janela antes de deitar, deixando que o cheiro do mar e das flores invadisse o quarto, ajeitamos o mosquiteiro, de modo que ele fechasse toda a cama e deitamos abraçadinhos. Tudo era perfeito naquele lugar mágico.
O dia 23 de dezembro começou lindo, acordei super relaxada, sem nenhum despertador! Dei um sorriso quando me espreguicei e senti Ed ao meu lado, abri os olhos e ele estava lá ... meu milagre pessoal, dormindo.
Olhei pela janela e o sol já estava alto, peguei o relógio e constatei, eram nove e quinze da manhã! Entrei no banheiro, fiz minha higiene pessoal e vesti uma saia branca de tecido leve e uma blusa de alcinha com estampa florida, nos pés, uma rasteirinha prateada. Fui até a sala íntima, de longe, vi Allan e Gabrielle preparando a mesa junto da piscina para o café da manhã. Decidi acordar Edward, deitei na cama e comecei a beijá-lo, bem de leve, no rosto. Aos poucos, ele foi se mexendo e sorrindo ...
- Bom dia, amor! – eu era toda sorrisos pra ele.
- Hum ... Eu quero isso todo dia ...
Minutos depois, descemos até a área da piscina para o café da manhã. Havia muitas frutas tropicais, suco de laranja, leite, pão, queijo e café, é claro. Edward estava com a câmera na mão e pediu que Allan tirasse uma foto nossa, sentados ali na mesa do jardim, ao lado da piscina, tendo o mar azul caribenho como paisagem ao fundo.
- Que tal um mergulho, Bella? – Ed falou quando terminamos a refeição, sorri pra ele e assenti.
Voltamos ao quarto me enchi de protetor solar, pus o biquíni , por cima dele um vestidinho bege de tecido semitransparente e calcei um chinelinho de dedo.
- Olha, Ed, comprei pra você. – entreguei-lhe uma sunga preta e um chinelo também.
- Obrigada, amor. Adorei. – e me deu um selinho, começou a se despir ali mesmo na minha frente, me segurei pra não atacá-lo (G-ZUIS me abana!).
Quando Edward viu o biquíni rosa pink que eu usava, (a calcinha era de lacinhos e a parte superior, um triângulo cortininha amarrado nas costas e no pescoço) fez um biquinho e franziu a testa.
- Coisinha pequena essa, hein?
- Amor, essa coisinha pequena se chama biquíni. – falei indiferente enquanto entrava na água que estava bem fresquinha.
- Ainda bem que escolhi uma praia particular ... parece que eu adivinhei que você iria usar um tapa-olho ao invés de biquíni ...
Tá, com essa eu gargalhei, Edward parecia um velhinho reclamão.
- Você também é absurdo, sabia, amor?
Ele ainda olhou torto, resmungou alguma coisa e me abraçou. Na água, comecei a fazer carinhos nele e a beijá-lo, depois de um tempinho, ele relaxou. Ficamos ali, namorando ...
No almoço, Gabrielle preparou ostras gratinadas. E a tarde, partimos pra um passeio a cavalo por uma trilha muito freqüentada por turistas. Ele exigiu que eu usasse, além do protetor solar, um chapéu panamenho, quando eu ia protestar, ele pôs um também. Preparei uma bolsa pequena com o nécessaire e levei-a comigo, pensei na possibilidade de precisar usar repelente contra insetos!
Edward dirigiu o Land Rover até o hotel-fazenda onde alugam os cavalos e escolheu um bem mansinho e forte o bastante pra agüentar nós dois. Era um lindo e imponente cavalo preto, seu pelo brilhava sob o sol, seu olhar era sereno. Mesmo assim, tive medo ele era muito alto. Ed montou com facilidade e depois me ajudou a subir também.
Meu coração tava a mil por hora, lá de cima percebi que se caísse, o tombo seria grande. Porém, relaxei de imediato ao sentir os braços de meu amor me envolvendo, encostei meu corpo nele. Lembrei que havia posto a câmera dentro da bolsa e pedi para o tratador do cavalo, tirar uma foto nossa.
- Relaxe, princesa ... – ele beijava meu pescoço enquanto falava – E sorria para a câmera.
- Hum ... amor, por favor, não acabe com meu autocontrole agora ... – ouvi Ed rir baixinho.
O cavalo era bem educado mesmo, seu trote suave me fez até esquecer de sua altura. Andamos por uma linda trilha cheia de palmeiras, vimos alguns pássaros coloridos e algumas plantas exóticas e depois, nos deparamos com uma pequena queda d’água. Ed fez o cavalo parar e saltou dele, me ajudando depois a fazer o mesmo. Chegamos perto do rio e a água era fria, peguei um pouco, molhei o rosto e depois o pescoço, a tarde estava muito quente. Resolvemos seguir a pé o resto do caminho, havia muita vegetação nativa, era colorida e exuberante, tiramos algumas fotos engraçadas.
- Olha Bella, o crepúsculo! – Edward apontava para o céu, enquanto me abraçava – O tempo realmente voa quando estamos assim, juntinhos.
- É, se tivéssemos na faculdade, o dia seria arrastado ...
- É melhor voltarmos, daqui a pouco escurece e o jantar já deve estar a nossa espera.
Fizemos o caminho de volta sobre o cavalo, saímos do hotel-fazenda e entramos no carro.
- Você também alugou este carro ou Allan te emprestou?
- Aluguei, não me sentiria seguro ficando somente nós dois numa praia particular e sem nenhum meio de transporte. – ele olhava para estrada enquanto respondia.
- Por quê? A ilha é perigosa?
- Não princesa, isso aqui é quase uma extensão do território francês. O índice de criminalidade é praticamente nulo!
O jantar foi servido na sala de jantar, Allan e Gabrielle se despediram de nós e partiram. Após a refeição, caminhamos um pouco na praia, de mãos dadas, olhando as estrelas.
Na véspera do natal, nós fizemos snorkeling, Edward contratou numa loja especializada, os equipamentos e um guia pra nos auxiliar. O snorkeling nada mais é do que nadar na superfície da água com máscara, nadadeira e snorkel (um tubo em formato da letra J que nos permite respirar normalmente com a face na água). Parecia que eu estava voando por causa da flutuação, a sensação era deliciosa, mágica, inexplicável. Um novo mundo colorido se revelava a nós, a beleza submersa daquela ilha, formada por seus recifes de corais e peixes multicoloridos, era um doce mistério a ser descoberto.
No começo da tarde, voltamos a casa. Allan e Gabrielle estavam ansiosos pelo nosso retorno, serviram o almoço, bacalhau com batatas e hortaliças (uma receita típica da ilha), acompanhado de arroz branco e suco de abacaxi com hortelã.
- Sr. Cullen, vocês ainda vão precisar de nossos serviços hoje? – Allan perguntou, enquanto Gabrielle tirava a mesa após o almoço.
- Não. Por hoje estão dispensados.
- Bella, me espere aqui, por favor.– Ed me deu um selinho e levantou da mesa.
- Allan, me acompanhe até o carro, acho que ele está com um probleminha. – o empregado apenas franziu a testa e acompanhou Ed até o jardim.
- Parabéns, Gabrielle, o almoço estava uma delícia. – virei meu corpo em sua direção.
- Obrigada, Srta. Swan. – ela sorriu timidamente.
De repente, fiquei curiosa e comecei a puxar assunto.
- Hum ... Gabrielle, você e Allan são casados? – perguntei meio hesitante.
- Sim, Srta. Swan. Somos casados há quinze anos, temos três filhos: Thierry, Alline e Beatrice. – ela sorria, orgulhosa por sua família.
- Seus olhos brilham, Gabirelle. Sua família deve ser muito bonita mesmo!
- Sim, Srta. Swan.
- E você deve estar ansiosa para se juntar a eles, afinal hoje é véspera de natal. – ela sorriu mais ainda e assentiu – O que vocês costumam fazer no natal?
- Bom, hoje nós vamos a missa, La Cathédrale Saint-Louis. Haverá a celebração especial de natal e amanhã, teremos a ceia em família.
- Hum ... missa? A catedral fica em Fort-de-France? – Gabrielle assentiu com a cabeça - De que horas ela começa?
- Às dezoito horas, Srta. Swan.
Edward voltou à sala. Allan e Gabrielle se despediram de nós, nos desejando um feliz natal e prometendo que retornariam no dia 26. Nos levantamos e os acompanhamos até o jardim.
- Eles são quase invisíveis. – falei quando se afastaram de nós.
- Hum ... ?
- A casa está sempre limpa e arrumada, a comida é servida na hora e está sempre deliciosa e no entanto, eu quase não percebo a presença deles aqui dentro!
- É, são ótimos empregados.
- Ed ... Gabrielle me falou que hoje haverá a missa especial de natal na Cathédrale Saint-Louis, em Fort-de-France. Eu tava pensando se ... se não poderíamos ir.
- Claro, Bella. A que horas? – ele sorria e me abraçava pela cintura.
- Às seis. Eu tava mesmo querendo assistir uma missa. Sabe, tenho tanta coisa pra agradecer a Deus! Nossa casa, nossa vida em Boston, nossos pais, nosso aniversário de namoro ...
Ele juntou nossos corpos e me beijou. Fiquei na ponta dos pés e correspondi ao beijo com muito entusiasmo.
- Nosso amor ... – ele completou a frase e me beijou de novo.
O beijo foi ficando mais e mais quente. Ed me pôs no colo e entramos, assim que passamos pelo hall, ele me colocou no chão e fechou a porta da sala. Ganhei outro beijo muito mais quente que o primeiro, as mãos de Edward começaram a me despir e eu fiz o mesmo com ele. Rápido demais, estávamos completamente nus, ali no meio da sala de estar.
- Oh! Ed ... – gemi entre beijos.
- Shii ... – ele foi nos levando até o enorme sofá marrom da sala e me deitou delicadamente, ficando por cima de mim mas sem liberar completamente o peso de seu corpo.
Seus beijos eram doces e calmos, seus lábios macios e sua língua quente provocavam arrepios em cada pedacinho de minha pele. Meus lábios, pescoço, colo, todo o meu ser desejava com intensidade sentir aquele fogo. Ed foi descendo os beijos, passando por meus seios, arfei e gemi nessa hora, desceu a minha barriga e virilha, chegando a minha intimidade.
Ele beijava meu clitóris bem devagar, lambia e dava leves chupões, sempre alternando movimentos leves e rápidos ... uma delícia. Às vezes, fazia movimentos circulares com a língua e depois dava sopros quentes e frios, fazendo-me chegar ao céu. Eu me contorcia debaixo dele e agarrei uma almofada, apertando-a na esperança de segurar um orgasmo já à vista. Depois senti suaves mordidinhas em meus grandes lábios, não pude evitar meus gemidos e grunhidos.
- Edward!
Gritei de prazer e mordi o lábio inferior ao sentir sua língua me penetrar, enquanto seus dedos massageavam meu clitóris. Ele parou os movimentos, na certa esperando por uma permissão minha pra poder continuar.
- Faz mais, amor ... – gemi e sua língua continuou com os movimentos de vai-e-vem, enquanto eu sentia a delicada massagem no clitóris.
Céu!!! Aquilo era realmente o paraíso!
Meu coração acelerou mais e mais, o ar faltava aos meus pulmões e eu nem conseguia falar nada, na verdade eu só gemia “Ed, Ed” incontrolavelmente. Senti o formigamento e o calor invadirem meu corpo, me inclinei mais na direção daquele toque luxuriante de seus lábios e me derramei ... Edward fazia uma gostosa sucção e suas mãos acariciavam minhas coxas. Quando terminou, seus lábios subiram até os meus e ele me beijou.
- Eu não resisto ao seu gosto, Bella. – falou entre beijos e ficou ali, seu rosto coladinho ao meu até que recuperássemos o fôlego.
Comecei o beijo depois e num movimento, fiquei por cima dele, fui descendo meus lábios pelo seu queixo e pescoço enquanto descia meu corpo me esfregando nele, minhas mãos que estavam firmes em seus ombros, desciam, explorando seu tórax e barriga. Cheguei a sua virilha, passei longe do “eddie”, que já tava animadinho, e me deliciei em sua coxas esculpidas pelos deuses.
- Amor, quero que você sente no sofá. – falei encarando seus olhos verdes, louca de tanto tesão, ele me obedeceu e eu fiquei de joelhos na sua frente, colocando uma almofada sobre eles.
Com as mãos, comecei a fazer carinhos em seu membro, coxas e testículos e enquanto fazia, olhava em seus olhos, esse contato visual me excitava mais ainda (é, dessa vez eu tava mais ousada). Depois repeti os carinhos , depositando beijos molhados que eu fazia abrindo bem a boca e passando minha língua em cada um desses locais.
Edward grunhia e pendia a cabeça pra trás, às vezes murmurava alguma coisa ... Umedeci bem a boca e coloquei o “eddie” lá, comecei movimentos coordenados entre a boca e minhas mãos. Enquanto fazia isso, alguns gemidos escapavam de mim ... eu também gostava muito disso! Lembrei de uma coisa e mudei a inclinação de meu corpo, empinando a minha bunda pra cima, com certeza ele iria gostar da vista.
Senti suas mãos em meus cabelos e me deixei ser guiada por seus movimentos. O “eddie” deu sinal de que estava quase lá, então, forcei mais a minha coluna, empinei mais a bunda e intensifiquei os movimentos.
- Bella! – seu gemido de prazer foi o meu nome.
Comecei a chupar seu líquido bem de leve enquanto fazia uma relaxante massagem em suas coxas, quando terminei, ainda de joelhos, olhei em seus olhos e sorrimos. Ele me puxou pra o seu colo, nos beijamos e deitamos no sofá, nossas pernas se entrelaçaram e tiramos um gostoso cochilo ali mesmo na sala de estar.
Algum tempo depois, acordei sentindo uma brisa gostosa vinda do mar. Quando me livrei dos braços de Edward e me levantei, seu protesto foi na forma de um murmúrio e de um biquinho (tão lindo!), procurei ao redor por alguma peça de roupa e vesti a camiseta dele. Fui até a cozinha, pela primeira vez desde que chegamos, e vi no relógio da parede que já eram 4:05 da tarde. Bom, se quiséssemos mesmo ir a missa, seria melhor eu providenciar o jantar primeiro, já que o trajeto até a catedral duraria uns cinqüenta minutos . Abri a geladeira e dei uma rápida olhada no que tinha.
Optei por fazer uma omelete de cogumelos shiitake, graças a Deus é uma das receitas mais rápidas que eu conheço! O cheiro deve ter acordado Edward porque em menos de cinco minutos senti suas mãos me envolverem. Enquanto eu estava na beira do fogão, virei meu rosto para vê-lo e ele só estava usando sua boxer branca, tive de me concentrar no que fazia pra não deixar queimar a comida.
- Hum ... Bella, que cheirinho bom! – ele beijava meu pescoço e me abraçava por trás.
- Omelete de cogumelos shiitake. Acho que, se vamos mesmo a missa, é melhor nos apressarmos. – virei meu rosto em sua direção.
- Quer que eu faça um suco de laranja? – ele sorria torto pra mim, eu apenas assenti.
Comemos ali mesmo na pequena mesa da cozinha, num silêncio bem gostoso. Tomamos banho juntos, só banho mesmo, e nos vestimos. Pus uma calça skinny azul escura, uma blusa de seda branca, sandálias plataforma e bolsa roxas. Dispensei a maquiagem e só coloquei o gloss, finalizei com um coque trançado no cabelo. Fiz questão de escolher o look de Edward, uma calça de tecido xadrez cinza, uma camiseta verde musgo e tênis claro.
Achar a catedral foi fácil, não só porque a sua construção neoclássica se destacava mas também porque o Land Rover dispunha de um moderno sistema de GPS.
A missa foi toda em francês, idioma oficial da ilha. Um coral cantou músicas natalinas alternando o dialeto local com o francês. A cidade de Fort-de-France estava toda enfeitada com pequenas luzes de natal, muitos turistas passeavam por suas ruas. Após a missa também resolvemos dar uma caminhada, a noite estava muito agradável para um passeio.
Não muito distante de nós, avistamos numa pracinha, um senhor vendendo algodão doce e me deu vontade de comer. Sentei num banco da praça enquanto Ed se afastou uns vinte metros até a barraquinha. Tomei um susto quanto uma velhinha de pele cor de canela e cabelos bem branquinhos sentou ao meu lado, suas roupas eram coloridas e extravagantes.
- Boa noite, minha filha. Posso me sentar aqui? – ela falou num francês cheio de sotaque e sentou antes de eu responder – Não se preocupe, quando seu marido chegar, eu saio.
- Não senhora, ele não é meu marido, é meu namorado! A senhora pode ficar a vontade. – tentei ser educada.
Ela sorriu pra mim. Caraca!!! A velhinha era totalmente banguela!
- Bom, ele não é seu marido ... ainda. Mas será, eu os vi na missa. Um casal muito bonito, com certeza! Farão filhos igualmente bonitos e fortes ... pequenos guerreiros. Mas haverá muitas dores e lágrimas, muitas pedras serão postas no caminho de vocês. Decisões difíceis precisarão ser tomadas mas não se deixe enganar, o destino de vocês é um só.
A velhinha falava aquelas coisas com uma grande convicção, seus olhos me hipnotizaram e senti um arrepio na nuca.
- Agora, minha filha, eu tenho um presente pra você. Uma coisa que recebi de uma jovem freira quando eu era criança. – enquanto ela falava, tirava de seu pulso uma delicada pulseira de ouro e tomava o meu braço, colocando-a em mim – Essa pulseira, minha jovem tem me acompanhado por todos esses anos, veja. – ela apontou para os dois pingentes pendurados – Esses daqui são Santo Antônio, o protetor dos pobres e São Tomás, o que foi chamado o mais sábio dos santos e o mais santo dos sábios.
- Senhora, é muita gentilieza sua mas eu não posso aceitar, a pulseira é sua, tem lhe acompanhado por ...
- NÃO! Eu sei que eu preciso te entregar a pulseira, eu não acredito em coincidências mas creio nos planos de Deus ... fique, a pulseira agora é sua.
- VELHA CIGANA! DEIXE DE ABORDAR OS TURISTAS, SAIA!!! – um policial atravessou a rua correndo em nossa direção.
- Preciso ir ... Deus te abençoe, filha! – a velhinha se levantou apressada e saiu.
Fiquei ali, boba, pensando no que ela disse e olhando para a puldeira. Com certeza ela era de ouro, num pingente estava escrito Saint Thomas d'Aquin e no outro Saint Antoine de Padoue. Se a velhinha era cigana, naquela noite ela estava de folga porque não me pediu dinheiro, suas palavras foram muito sábias. Decidi acatá-las e ficar com o presente.
- Desculpe a demora, amor! O vendedor estava sem troco, acabei deixando uma nota de dez dólares! – Ed sentou ao meu lado e me deu uma porção de algodão doce.
- Caraca!!! O algodão doce mais caro do mundo.
Sorrimos e comemos o algodão, depois caminhamos de volta ao carro e seguimos para a casa.
Em casa, tomamos banho juntos e nos preparamos pra dormir. Vesti um short doll estampado, bem decotado, super fresquinho, de cetim bem macio e com babadinhos na parte inferior do busto, sua estampa era floral, bem romântica. Ed dispensou qualquer pijama e só vestiu uma boxer preta.
- Que pulseira é essa, Bella? – ele apontava para o meu pulso direito.
- Ah! Um presente. Uma senhora gentil que nos viu na missa me deu hoje enquanto você foi comprar o algodão doce. Ela disse que nós éramos um casal muito bonito.
- Muito perceptiva essa senhora. E a pulseira é muito bonita.
Deitamos e dormimos abraçadinhos, de conchinha.
*POV EDWARD*
Sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009.
Um dia que eu sempre esperei com ansiedade, especialmente nesses últimos meses, quando decidi fazer deste o mais inesquecível de todos os aniversários de namoro e quando decidi também dar mais um passo em nossa relação.
Acordei às sete da manhã, super ansioso pra por logo meus planos em prática. Não consegui mais ficar na cama, tomei um banho e pus uma roupa confortável, abri uma das malas que fiz questão de esconder de Bella, tirei umas coisas de lá e pus num dos bolsos de minha bermuda. Marchei para a cozinha pois a qualquer momento o pessoal do resort chegaria com a cesta de café da manhã.
Eu sabia que esse dia seria bem longo, principalmente porque esconder as coisas de Isabella Swan nunca foi uma tarefa fácil.
TOC, TOC, TOC.
Escutei uma leve batida na porta da cozinha e me apressei em abri-la, como eu pensei era o serviço de entrega do resort com o nosso café da manhã e um buquê de rosas vermelhas. Recebi a encomenda e confirmei a reserva para o dia especial que havia feito. Uma das funcionárias do resort foi muito prestativa e fez questão de arrumar a mesa, decorando-a de um jeito que eu jamais faria.
Pronto! Agora só precisava acordar a minha Bella adormecida.
Voltei ao quarto com o buquê na mão e deitei ao seu lado, ela dormia tranquilamente, seus seios subiam e desciam, acompanhando a sua respiração, os mamilos estavam um pouco rijos sob o tecido fino e macio de sua blusa.
Bella é linda, sempre foi! Tão doce, tão minha ...
Decidi acordá-la beijando-lhe suavemente a face.
- Hum ... Edward ... – ela murmurou.
Beijei seus lábios, a princípio ela não correspondeu, depois, despertou de vez.
- Bom dia, princesa! – ela sentou na cama e sorriu. – Feliz natal!!!
Tirei do bolso os dois gorrinhos de Papai Noel que havia comprado e coloquei um em sua cabeça e outro na minha. Fiz questão de tirar uma foto nossa com o celular, fui tão rápido que nem deu tempo dela protestar.
- E, feliz aniversário de namoro! – entreguei-lhe as rosas e beijei de leve seus lábios.
- Oh! Edward!!! São lindas, obrigada, amor. E obrigada também pelo gorro. Agora somos mamãe e papai noel. – ela sorria, enquanto me abraçava.
Sentei de frente pra ela, coloquei minhas pernas ao seu redor, ela fez o mesmo, ficamos entrelaçados. Nos beijamos e juntamos nossos corpos, quando o ar nos faltou, colamos nossas testas e nos olhamos nos olhos. Encarei aqueles lindos olhos chocolate, respirei fundo e tomei coragem.
- Bella, hoje é um dia muito especial para nós. Eu tentei inutilmente bolar um discurso com frases bonitas que pudessem expressar o meu amor por você, mas eu ... eu não tenho palavras pra descrever o que sinto por você, o que tenho vivido com você nos últimos dez anos. Mas nesse tempo, eu aprendi que o mundo não me desperta nenhum interesse sem você porque você é diferente de qualquer outra pessoa que eu conheça. Você simplesmente me fascina ...
- Edward ... – lágrimas começaram a rolar em seu rosto e ela tentou falar, mas eu selei seus lábios com um dedo meu.
- Shii, Bella ...Mas ainda tem uma coisa que, mesmo se eu vivesse por uma eternidade, eu jamais conseguiria fazer, não tenho como medir o quanto eu te amo. Só sei que você é tão importante pra mim que eu poderia ser queimado vivo só para que você vivesse. Você é a minha vida. O amor da minha existência.
- Pronta para um dia de surpresas? – perguntei quando cessamos o beijo, ela somente sorriu e assentiu – Então, vem comigo, amor.- Edward, eu ... eu te amo! – ela chorava e sorria ao mesmo tempo – Eu também aprendi muito. Aprendi que amar é um ato de entrega diária e isso requer que nós uma certa dose de coragem. Coragem pra permitir que alguém toque e transforme o nosso coração. E você precisa se render a isso, não adianta lutar. E se eu tentasse lutar, seria uma causa perdida. Você é o único que já tocou meu coração, ele será para sempre seu, meu amor. Edward Cullen, eu sou irrevogavelmente apaixonada por você.
Eu sorria e meus olhos estavam marejados. Beijei-a mais uma vez, um beijo calmo e gostoso como a nossa vida sempre seria.

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